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quarta-feira, 25 de maio de 2016

O Largo do Correio Mor - Chafariz I Palácio I Arte Urbana

Chafariz das Mouras no Largo do Correio-Mor. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015).

No Largo do Correio Mor, actualmente Rua de São Mamede, encontramos obras dos séculos XVIII, XIX e XXI, nomeadamente, palácio senhorial, chafariz e arte urbana. 


Chafariz

O Chafariz das Mouras, no Lumiar, foi alimentado por uma nascente situada na zona do Vale das Mouras. A obra, com projecto da autoria do arquitecto José Therésio Michelotti, foi iniciada em 1813 e concluída em 1816, ano em que a água começou a correr nas suas bicas. 
Em meados século XX, a escassez do caudal levou à interrupção do abastecimento de água e à desactivação do chafariz. Após a demolição foi reaproveitado o seu pano de fachada e tanque contracurvado, para o Largo do Correio Mor, actual Rua de São Mamede, onde ainda se encontra. 


Chafariz das Mouras no Largo do Correio Mor. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015).

Chafariz das Mouras no Largo do Correio Mor. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015).

Este chafariz composto por espaldar simples rectilíneo, com duas pilastras rematadas em friso e cornija, possui um elemento almofadado, em cantaria, onde sobressai o escudo real e um painel com uma inscrição onde se lê " UTILIDADE DO PÚBLICO/ANNO DE 1815". Na base, três bicas circulares, com torneiras, que vertem para um tanque de planta contracurvada, com bordo boleado.

Chafariz das Mouras, no Lumiar. (1939); fotografia, 10 x 15 cm. Fotógrafo: Eduardo Portugal (1900-1958) - AML

Arte Urbana

O mural na Travessa da Mata (rua perpendicular ao Largo do Correio Mor), foi criado por Nuno Saraiva. A sequência é inspirada nos cavalos animados do fotógrafo Etienne-Jules Marey (1830-1904). Uma recriação do reboliço que se vivia nos meados do século XIX, quando os cavaleiros da Mala-Posta Real partiam do Palácio do Correio Velho. 

Mural na Travessa da Mata. Foto "comjeitoearte" (mês de Março de 2016).

 Detalhe do Mural na Travessa da Mata. Foto "comjeitoearte" (mês de Março de 2016).

Arquitectura Pombalina


Palácio dos Condes de Penafiel / Palácio do Correio Mor, na Rua de São Mamede. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015).
Palácio Conde de Penafiel / Palácio do Correio-Mor. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015).

Construído sobre o edifício do Correio-Mor, o Palácio Conde de Penafiel, situado na Rua de São Mamede, em frente ao Largo do Correio Mor, foi concluído em 1776, após a remodelação pombalina. 

Em 1859, falece no palácio o 8º e último Correio Mor do Reino, Manuel José da Maternidade da Mata de Sousa Coutinho, 1º conde de Penafiel. O palácio passa para a posse da sua única filha. É adquirido pelo Estado, em 1919, após sucessivos arrendamentos.

No exterior do palácio existe um pequeno jardim e um pátio, onde é visível o conjunto de painéis de azulejos monocromáticos historiados.
Entre os portões, sobre o muro gradeado, dois anjos apoiados nos pilares, sustentam a pedra de armas dos condes de Penafiel, encimada por coroa.

No acesso ao palácio pela Calçada do Correio Velho, o edifício integra uma porta encimada por a inscrição "CORREYO GERAL DO REINO MDCCLXXVI" (1776).



Porta do Correio Geral do Reino, no Palácio Conde de Penafiel / Palácio do Correio-Mor; acesso pela Calçada do Correio Velho. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015).

Detalhe da porta do Correio Geral do Reino, no Palácio Conde de Penafiel / Palácio do Correio-Mor; acesso pela Calçada do Correio Velho. " CORREYO GERAL DO REINO MDCCLXXVI" (1776). Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015).

Planta nº 43; levantamento topográfico de Francisco e César Gullard (1879-01); suporte em papel, 970 x 670cm (assinalei digitalmente no mapa com a cor verde, o Largo do Correio Mor, a Travessa da Mata, a Calçada do Correio Velho e o Palácio) - AML


Fontes:
http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/pt/
http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25673
https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tienne-Jules_Marey
http://www.cm-lisboa.pt/equipamentos/equipamento/info/chafariz-do-caldasantigo-chafariz-das-mouras-ao-lumiar

http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4003


domingo, 17 de agosto de 2014

Artistas portugueses no Djerbahood, museu de arte urbana ao ar livre, Tunísia.

Add Fuel - Portugal. Foto: Galeria Itinerrance

A vila de Erriadh na ilha de Djerba (Tunísia), foi transformada num verdadeiro museu de arte urbana ao ar livre, Djerbahood.

Mais de uma centena de artistas de trinta nacionalidades diferentes - entre eles portugueses - transformaram Erriadh num espaço único, onde cada artista gravou a sua forma de expressão e a sua cultura. A Galeria Itinerrance, responsável por este projecto, realizou um vídeo promocional onde se vê a metamorfose progressiva da vila, pela acção dos artistas, aqui. As obras de arte podem ser contempladas no site Djerbahood.

Add Fuel - Portugal. Foto: Galeria Itinerrance
Entre os artistas participantes estão: Pantonio (Portugal), Add Fuel (Portugal), Arraiano (Portugal), Mario Belem (Portugal), Faith47 (Africa do Sul), Jaz (Argentina), Pum Pum (Argentina), Dome (Alemanha), Herbert Baglione (Brasil), Calma (Brasil), Tinho (Brasil), Roa (Belgica), Malakkai (Espanha), BToy (Espanha), Liliwenn (França), BomK (França), Mosko (França), Rodolphe Cintorino (França), Amose (França), Stew (França), C215 (França), Rea (França), Kan (França), Zepha (França), Sean Hart (França), Dan23 (França), Orticanoodles (Itália), Myneandyours (Iraque), TwoOne (Japão), Curiot (México), Saner (México), M-City (Polónia), Evoca1 (Republica Dominicana), Dabro (Tunísia), Shoof (Tunísia), eL Seed (Tunísia), Zepha (Tunísia), Kool Koor (USA), Swoon (USA), Monica Canilao (USA), Know Hope (USA).

Mario Belem - Portugal. Foto: Galeria Itinerrance
Pantonio - Portugal. Foto: Galeria Itinerrance
Arraiano - Portugal. Foto: Galeria Itinerrance
Dabro - Tunísia. Foto: Galeria Itinerrance
C215 - França. Foto: Galeria Itinerrance
Pum Pum - Argentina. Foto: Galeria Itinerrance

Fontes: 
http://itinerrance.fr/hors-les-murs/djerbahood/
http://www.djerbahood.com/



terça-feira, 6 de maio de 2014

Village Underground Lisboa - Museu da Carris


Village Underground Lx @ Canal 180


O Village Underground Lisboa, vai ser inaugurado no dia 10 de Maio de 2014. De portas abertas desde o dia 9 de Abril, a pequena aldeia está instalada em Alcântara, no Museu da Carris. Na totalidade são 14 contentores-escritórios - com intervenção do street artist Akacorleone - e dois autocarros - um adaptado a cafetaria, o outro, a sala de reuniões. A cidade de Lisboa conta com mais este espaço cultural, que estará a funcionar em pleno à data da inauguração.

Museu da Carris
Rua 1º de Maio 101-103, Alcântara
1300-472, Lisboa
Telefone: 213613087

 


sexta-feira, 25 de abril de 2014

Revolução de Abril - Liberdade, Democracia e Paz - O fim da censura

Revolução de 25 de Abril de 1974. Largo do Carmo, Lisboa. Militares e população (ROSAS, Fernando - Lisboa revolucionária : roteiro dos confrontos armados no século XX . Lisboa : Tinta da China, 2007. ISBN 978-972-8955-45-8) - Arquivo Municipal de Lisboa


A História de Portugal, ficou indubitavelmente marcada pelo dia em que a Liberdade, a Democracia e a Paz, foram conquistadas. Na madrugada do dia 25 de Abril de 1974, os militares intentaram uma revolução que derrubou o Governo - chefiado pelo Presidente do Conselho de Ministros (Primeiro-Ministro) Marcelo Caetano.

O Movimento das Forças Armadas (MFA), foi saudado com grande entusiasmo pela população que desejava a liberdade.


Dia 25 de Abril de 1974. Forças militares nos Restauradores, Lisboa. Fotografia nº: 22. Registo nº: 1038 - Centro de Documentação 25 de Abril , UC
Dia 25 de Abril de 1974. Na Praça da Figueira, Lisboa. Fotografia nº: 6. Registo nº: 1021 - Centro de Documentação 25 de Abril, UC
Mural com a frase: "Dá mais força à liberdade". Portugal - GUIMARÃES, Sérgio - As Paredes na Revolução: Graffiti. Mil Dias Editora, 1978.

O país vivia em ditadura desde o golpe militar de 28 de Maio de 1926, quando dois generais - Gomes da Costa e Mendes Cabeçadas - impuseram uma ditadura militar, no intuito de impedir a agitação social e política que o país tinha experimentado durante a 1ª República (1910-1926).

A partir de 1932, António de Oliveira Salazar assumiu o cargo de Presidente do Conselho de Ministros (Primeiro-Ministro) e implantou uma ditadura que intitulou de Estado Novo. 


Revolução de 25 de Abril de 1974, Lisboa. Retrato masculino / Caetano, Marcelo José das Neves Alves. Presidente do Conselho de Ministros, 1968-1974. Foto de Alfredo Cunha - Arquivo Municipal de Lisboa
Mural com frases e palavras sobre a época da ditadura, de 1926 a 1974. Portugal. GUIMARÃES, Sérgio - As Paredes na Revolução: Graffiti. Mil Dias Editora, 1978.
Mural artístico do PRP com a frase: "Morte ao Fascismo". Portugal - GUIMARÃES, Sérgio - As Paredes na Revolução: Graffiti. Mil Dias Editora, 1978.

Este regime político autoritário vigorou em Portugal durante 41 anos.

As condições mínimas de vida, o analfabetismo, a fraca instrução, fizeram dos portugueses um povo represado e profundamente descontente. Para fugir à pobreza muitos portugueses emigraram para França, Alemanha, Suíça e Canadá.


Cantar de emigação (aqui)- Adriano Correia de Oliveira
(Canção censurada)


Este parte, aquele parte
e todos, todos se vão
Galiza ficas sem homens
que possam cortar teu pão

Tens em troca
órfãos e órfãs
tens campos de solidão
tens mães que não têm filhos
filhos que não têm pai 


Coração
que tens e sofre
longas ausências mortais
viúvas de vivos mortos
que ninguém consolará


Menina dos olhos tristes (aqui) - José Afonso

(Canção censurada)


Menina dos olhos tristes
o que tanto a faz chorar
o soldadinho não volta
do outro lado do mar

Vamos senhor pensativo
olhe o cachimbo a apagar
o soldadinho não volta
do outro lado do mar

Senhora de olhos cansados
porque a fatiga o tear
o soldadinho não volta
do outro lado do mar

Anda bem triste um amigo
uma carta o fez chorar
o soldadinho não volta
do outro lado do mar

A lua que é viajante
é que nos pode informar
o soldadinho já volta
está mesmo quase a chegar

Vem numa caixa de pinho
do outro lado do mar
desta vez o soldadinho
nunca mais se faz ao mar


Que Força é Essa (aqui) - Sérgio Godinho
(Canção censurada)

Vi-te a trabalhar o dia inteiro
construir as cidades para os outros
carregar pedras, desperdiçar
muita força para pouco dinheiro
Vi-te a trabalhar o dia inteiro
Muita força para pouco dinheiro 

Que força é essa
que força é essa
que trazes nos braços
que só te serve para obedecer
que só te manda obedecer
Que força é essa, amigo
que força é essa, amigo
que te põe de bem com outros
e de mal contigo
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo

Não me digas que não me compreendes
quando os dias se tornam azedos
não me digas que nunca sentiste
uma força a crescer-te nos dedos
e uma raiva a nascer-te nos dentes
Não me digas que não me compreendes 

Que força é essa
que força é essa...
..........................

Vi-te a trabalhar o dia inteiro
construir as cidades para outros
carregar pedras, desperdiçar
muita força para pouco dinheiro
Vi-te a trabalhar o dia inteiro
Muita força para pouco dinheiro
 
Que força é essa
que força é essa...
......................... 


A polícia política PIDE (Policia Internacional de Defesa do Estado) tinha como objectivo controlar e censurar a oposição e a opinião pública em Portugal e nas colónias. Milhares de portugueses foram encarcerados sem julgamento ou após julgamento em tribunais especiais, por oposição ao regime.

A censura eliminava todos os textos e novidades contrárias aos velhos costumes. Os assuntos políticos adversos ao Estado Novo eram prontamente proibidos e cortados pela censura.

A polícia carrega sobre as mulheres dos operários em greve. Barreiro, Julho 1942. Foto de Eduardo Gageiro - 25 fotos de Abril
Mural artístico do MRPP com a frase: "Pela Democracia". Portugal - GUIMARÃES, Sérgio - As Paredes na Revolução: Graffiti. Mil Dias Editora, 1978
 
Mural artístico (pormenor). Portugal - GUIMARÃES, Sérgio - As Paredes na Revolução: Graffiti. Mil Dias Editora, 1978

A guerra colonial contribuiu muito para a decisão de derrubar o Governo. Angola, Guiné e Moçambique, foram durante 13 anos, províncias onde milhares de jovens portugueses combateram, mesmo contra a sua vontade. Muitos voltavam estropiados, com traumas de guerra ou não voltavam. 

A ONU condenava a actuação de Portugal mas os governantes não negociavam a independência dos países africanos.


13 anos de guerra colonial: mais de 10 000 mortos e cerca de 30 000 feridos e mutilados entre a juventude portuguesa, crimes e massacres contra os povos das colónias. Foto de Eduardo Gageiro - 25 fotos de Abril

Mural artístico do MDMP, com a frase: " Pela paz, pela democracia. Mulheres de todo o mundo unidas". Portugal - GUIMARÃES, Sérgio - As Paredes na Revolução: Graffiti. Mil Dias Editora, 1978

Mural artístico. Portugal - GUIMARÃES, Sérgio - As Paredes na Revolução: Graffiti. Mil Dias Editora, 1978
Em muitas famílias portuguesas a angústia de ter um filho na guerra era imensa. Os militares perceberam que a guerra estava longe de acabar e era impossível ganhá-la. 

Um grupo de oficiais das Forças Armadas decidiu derrubar a ditadura, implantar a democracia e acabar com a guerra colonial. Garcia dos Santos, Marques Júnior, Melo Antunes, Otelo Saraiva de Carvalho,  Vasco Lourenço e Victor Alves, prepararam o golpe que faria cair o regime fascista. 

Autocolante comemorativo do 25 de Abril - Biblioteca Nacional de Portugal
Autocolante comemorativo do 25 de Abril - Biblioteca Nacional de Portugal

Autocolante comemorativo do 25 de Abril - Biblioteca Nacional de Portugal
 
A Revolução de 25 de Abril, conhecida como a Revolução dos Cravos, iniciou uma série de procedimentos que viriam a terminar com a implantação de um regime democrático e com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de Abril de 1976.

Os cravos vermelhos serão para sempre, a imagem do dia em que os portugueses fizeram uma revolução sem mortos e sem tiros.  


Linhas gerais do Governo Provisório. "O Século", 07-05-1974 - Biblioteca Nacional de Portugal
Postal com a frase: "A poesia está na rua". Abril-Maio de 74. Pintora Helena Vieira da Silva. Colecção de Daniel Pires  - Biblioteca Nacional de Portugal
"Os Ridiculos", nº: 184 (4 de Maio de 1974). Edição completa aqui - Hemeroteca Digital

Quatro décadas após o 25 de Abril, a Liberdade, a Democracia e a Paz, fazem parte do quotidiano dos portugueses, como o sol que nasce no horizonte.

Autocolante comemorativo do 25 de Abril - Biblioteca Nacional de Portugal

 Na Juventude o Futuro de Abril


Mudam-Se Os Tempos, Mudam-Se As Vontades (aqui) 
(Luís Vaz de Camões) José Mário Branco
(Canção censurada)

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Ref: E se tudo o mundo é composto de mudança,
Troquemo-lhes as voltas que ainda o dia é uma criança.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

Mas se tudo o mundo é composto de mudança,
Troquemo-lhes as voltas que ainda o dia é uma criança.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.

Mas se tudo o mundo é composto de mudança,
Troquemo-lhes as voltas que ainda o dia é uma criança.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.

Mas se tudo o mundo é composto de mudança,
Troquemo-lhes as voltas que ainda o dia é uma criança.




Fontes:
http://purl.pt/94/1/index.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_dos_Cravos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Gageiro
http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/
http://www.cd25a.uc.pt/index.php
http://www.pcp.pt/actpol/temas/25abril/25anos/25fotos.html
http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/EFEMERIDES/25Abril40Anos/25deabril40Anos_OsRidiculos.htm



sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Street Art em Paris - Projecto "Tour 13"

O criador deste par de olhos verdes, utilizou um espaço com uma parede espelhada. Foto Rex Features/ Isa Harsin - BBC

O projecto Tour Paris 13, coordenado pelo director da Galeria Itinerrance, Mehdi Ben Cheikh, contou com a participação de cerca de 100 artistas de 16 nacionalidades, incluindo 11 artistas portugueses. 

 


O projecto destinou-se a um edifício de 10 andares (36 apartamentos) em Paris, França, que se encontra abandonado e será demolido na Primavera. O exterior e interior do edifício foi pintado por artistas que se dedicam ao graffiti, ao stencil e ilustração figurativa. O segundo andar do edifício, foi decorado pelo grupo de artistas portugueses ADD FUEL, CORLEONE, EIME, KRUELLA D’ENFER, MAISMENOS, MAR, MÁRIO BELÉM, PANTÓNIO, PAULO ARRAIANO, SAMINA e VHILS.  O resultado do trabalho de oito meses de intervenção no número 5 da Rue Fulton, pode ser visto até ao dia 31 de Outubro, antes de desaparecer para sempre.




Fotos Rex Features/ Isa Harsin - BBC

Fontes:

terça-feira, 9 de abril de 2013

Portugueses no Festival de Arte Urbana de Banguecoque

Pintura da ilustradora Ângela (nome artístico: Kruella D’Enfer), inspirada na personagem mitológica da cultura tailandesa, o Yak - Festival de Arte Urbana de Banguecoque.
 
Ângela Ferreira de 24 anos e Pedro Campiche de 27 anos, são ilustradores e moram em Lisboa. Foram os únicos portugueses a participar no Festival de Arte Urbana de Banguecoque, que decorreu até 17 de Março de 2013. Estiveram presentes no mesmo festival artistas europeus e tailandeses. 

Pintura do ilustrador Pedro (nome artístico: Akacorleone), inspirada na lenda tailandesa Ramakien - Festival de Arte Urbana de Banguecoque


O convite aos dois ilustradores portugueses partiu da curadoria dos artistas europeus, e contaram com o apoio do Instituto Camões e da Embaixada Portuguesa em Banguecoque. Veja o artigo completo aqui, por Isabel Lacerda. Sábado, 13-03-2013.