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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Casa de Bonecas - Queen Mary's Dolls' House






Victória Maria Augusta Louise  Olga Pauline Claudine Agnes (Londres, 26 de Maio de 1867 - Westminster, 24 de Março de 1953), foi rainha consorte do Reino Unido e dos Domínios britânicos e imperatriz consorte da Índia, como a esposa do rei-imperador Jorge V. 


Queen Mary's Dolls' House 

A casa de bonecas da Rainha Mary foi construída entre 1920 e 1924, para a rainha Mary, a esposa do Rei George V. A ideia da construção foi debatida com um dos principais arquitectos da época, Sir Edwin Lutyens.

Foi feita numa escala de 01:12 (uma polegada de um pé), e contém modelos de produtos de empresas bem conhecidas da época. É notável pelos seus detalhes e objectos, muitos dos quais são réplicas de 1/12 de objectos do Castelo de Windsor. 

A Queen Mary's Dolls'House, tem objectos em miniatura que funcionam: existem espingardas que podem mesmo disparar, elevadores e electricidade, água corrente canalizada através de tubos minúsculos... As casas de banho são totalmente canalizadas e equipadas com papel higiénico em miniatura. Os tapetes, cortinas e mobiliário são todos cópias do real, feitos pelas próprias empresas ou por especialista.
Conhecidos escritores escreveram livros para a biblioteca da Queen Mary's Dolls'House, que foram realizados à escala da casa. 

A casa foi originalmente exibida na exposição do Império Britânico, 1924-1925, onde mais de 1,6 milhões de pessoas a visitaram

Está agora em exposição no Castelo de Windsor, em Windsor, Berkshire, Inglaterra, como uma atracção turística.


Fontes:
https://en.wikipedia.org/wiki/Mary_of_Teck
https://en.wikipedia.org/wiki/Queen_Mary%27s_Dolls%27_House
https://www.royalcollection.org.uk/visit/windsorcastle/what-to-see-and-do/queen-marys-dolls-house

domingo, 30 de novembro de 2014

O Alentejo e o seu cante - O Alentejo e a arte


A 9ª Sessão do Comité Intergovernamental da Organização das Nações Unidas, para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), votou por unanimidade a integração do Cante Alentejano na Lista do Património Cultural Imaterial da Humanidade, dia 27 de Novembro de 2014. 

Depois da inscrição do Fado (2011) e da "Dieta Mediterrânica" (2013) na Lista do Património Cultural Imaterial da Humanidade, junta-se agora o Cante Alentejano. 



O Cante Alentejano é Património Imaterial da Humanidade



UNESCO Arquivo Multimedia


A região do Alentejo (Portugal), integra os distritos de Portalegre, Évora e Beja, a metade sul do distrito de Setúbal e parte do distrito de Santarém, sendo a maior região de Portugal. Compreende 58 municípios e cerca de 400 freguesias.

O Alentejo é uma região de "montes" e vastas planícies, aldeias pintadas de branco, preciosidades arquitectónicas, artes tradicionais sempre renovadas, sabores mediterrânicos e impressionantes coros


Homenagem aos Mestres Cantores do Alentejo, têmpera sobre madeira, (1,30 x 40 cm), 1965. Autor: José Manuel Espiga Pinto - CAM, Fundação Calouste Gulbenkian.

Alentejo, tapeçaria (119 x 200 cm). Autor: Rogério Ribeiro - MTP - Manufactura Tapeçarias de Portalegre

Costumes Alentejanos, aguarela sobre cartão (37 x 26,5cm) séc. XX. Autor: Martins Barata - Museu Grão Vasco.
Mulheres Alentejanas, óleo sobre tela, (63 x 80cm), 1932. Autor: Simão César Dórdio Gomes. - Museu José Malhoa
Ceifeiras, óleo sobre cartão (125x115cm),1943. Autor: António Lino. - Museu do Chiado, Museu Nacional de Arte Contemporânea

Mondadeiras, litografia sobre papel, (46,6 x 33,9cm), 1959. Autor: Cipriano Dourado - CAM, Fundação Calouste Gulbenkian.
Gadanheiro, óleo sobre aglomerado, (122 x 83cm), 1926. Autor: Júlio Pomar.Museu do Chiado, Museu Nacional de Arte Contemporânea
O Rancho da Azeitona, óleo sobre tela. (121 x 51cm), 1916. Autor: Simão César Dórdio Gomes. - Museu de Évora

A olaria pedrada de Nisa, os barros de Estremoz, a olaria decorativa ou a utilitária, estão entre a grande variedade de peças criadas pelos mestres barristas. 

O mobiliário em madeira pintada, os objectos em cortiça, os bordados de Nisa ou os tapetes de Arraiolos, ajuízam a mestria dos artesãos alentejanos.

Em Portalegre, existe desde 1946, a Manufactura das Tapeçarias de Portalegre. Tapeçaria mural decorativa, a tapeçaria de Portalegre, tecida manualmente, é única pela técnica usada, permitindo a reprodução rigorosa de obras de grandes nomes da pintura nacional e estrangeira.

Ceifeira, barro policromado, séc. XX,.Estremoz - Museu Nacional de Etnologia
Pastor alentejano, barro policromado, séc. XX. Estremoz - Museu de Arte Popular 
Tarro (contenção de alimentos), cortiça e madeira, séc. XX - Museu Nacional de Etnologia
Camponês junto a uma azinheira comendo de um tarro, barro policromado, séc. XX. Estremoz - Museu Nacional de Etnologia
Cantarinha de prenda (testo), modelagem e empedrado, séc. XX. Alentejo - Museu de Arte Popular
Oratório, madeira de casquinha pintada. séc. XX(?). Alentejo - Museu de Arte Popular
Pormenor de cama tradicional, com almofadões, lençóis e colcha bordados - Museu do Bordado e do Barro
Bordado de Nisa (alinhavos de Nisa) - Museu do Bordado e do Barro
Colcha com aplicações de tecido, séc. XIX (?). Nisa - Museu de Arte Popular

O Maior Tapete de Arraiolos feito em Arraiolos - Município de Arraiolos

O centro histórico da cidade de Évora - cerca de 42 000 habitantes - é um dos mais ricos em monumentos, de Portugal. O centro histórico de Elvas foi declarado Património Mundial da Humanidade, pela UNESCO, em 1986. 

As muralhas seiscentistas da cidade de Elvas - cerca de 15 941 habitantes - em conjunto com o seu centro histórico, foram inscritas na Lista do Património Mundial da Humanidade, pela UNESCO, em 2012. 

A nível do Turismo, foi considerado como a melhor região de turismo de Portugal, tanto nacional como internacionalmente, nos anos 2011, 2012 e 2013. 


Évora, óleo sobre tela, (85 x 95 cm), 1938. Autor: Dórdio Gomes CAM, Fundação Calouste Gulbenkian.
Rua das Olarias, Viana do Alentejo, aguarela sobre cartão, (28 x 37,5) 1922. Autor: Helena Roque Gameiro - Museu Grão Vasco
A sesta dos ceifeiros (Alentejo), óleo sobre tela, (59 x 74 cm), 1918. Autor: Simão César Dórdio Gomes - Museu do Chiado, Museu Nacional de Arte Contemporânea.
Charneca alentejana, óleo sobre madeira, (37,5 x 56 cm), 1880-1889. Autor: António Carvalho de Silva Porto - Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves

Charneca dos Almos (Alentejo), pastel sobre papel, (44,5 x 115,5 cm), 1898. Autor: D. Carlos de Bragança - Museu do Chiado, Museu Nacional de Arte Contemporânea.


Fontes:
http://www.visitalentejo.pt/pt/o-alentejo/experimente/artes-tradicionais/
http://www.mtportalegre.pt/pt/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alentejo
http://www.cam.gulbenkian.pt/index.php?langId=1


quinta-feira, 31 de julho de 2014

Exposições Julho/Setembro 2014

365. Uma Obra por Dia


O artista Konstantin Bessmertny, nascido na antiga União Soviética, é considerado um dos mais notáveis artistas em território asiático. 
A exposição 365. Uma Obra por Dia, mostra o trabalho realizado por Bessmertny, desde o dia 15 de Setembro de 2012 até 15 de Setembro de 2013. Cada obra é um testemunho dos pensamentos, ideias e acontecimentos experimentados por Bessmertny, ao longo de cada dia. O papel, sempre do mesmo formato, foi o suporte escolhido.

A exposição estará patente ao público até 14 de Setembro de 2014, no Museu do Oriente, em Lisboa.

 Série Livros


Yuan China-Taa nasceu em Taiwan. O artista, embora reconhecido no mundo artístico asiático, tem profundas ligações aos mais diversos aspectos do mundo artístico.
Na exposição Série Livros, Yuan mostra uma nova forma de intrepertar os livros antigos chineses. Os trabalhos apresentados incluem folhas soltas, papel texturizado, placas de aço, peças de cerâmica e álbuns de pintura chinesa. Ao longo do processo de trabalho com oficinas locais de papel artesanal, o artista descobriu novos materiais e fibras extraídos de plantas.

A exposição estará patente ao público até 14 de Setembro de 2014, no Museu do Oriente, em Lisboa.


Museu do Oriente 

Av. Brasília, Doca de Alcântara (Norte)
1350-352 Lisboa

Tel.: 213 585 200
Sítio Internet: http://www.museudooriente.pt/
 
A Entrada do Museu situa-se na fachada virada para a Av.24 de Julho.

 
 Os Saboias. Reis e Mecenas 
(Turim, 1730-1750)

Manufactura piemontesa. Carrinho de jardim para criança. Terceiro quartel do século XVIII. Madeira entalhada e esculpida, lacada e pintada a óleo, veludo e bronze (92 x 235 x 82Cm). Turim, Palazzo Madama - Museu Cívico d'Arte Antiga, Inv. 1410/L

A exposição Os Saboias. Reis e Mecenas (Turim, 1730-1750), foi realizada a partir dos acervos do Palazzo Madama, da Galleria Sabauda e de outros museus e residências reais italianas. Nesta mostra, poderão ser apreciadas mais de 100 obras-primas do Barroco italiano, evocando o papel da cidade de Turim na primeira metade do século XVIII, enquanto capital do Reino do Piemonte.

Criada especificamente para o MNAA pelo Palazzo Madama, de Turim, a exposição surge de uma parceria estabelecida entre as duas instituições.
A exposição estará patente ao público até 28 de Setembro de 2014.


Museu Nacional de Arte Antiga 
Galeria das Exposições Temporárias

Rua das Janelas Verdes
1249-017 Lisboa

Tel.: 213 912 800
Sítio Internet: http://www.museudearteantiga.pt/


Rotas de Polichinelo




A exposição apresenta uma mostra de marionetas europeias, com destaque para o famoso Dom Roberto. Estarão presentes os tradicionais Polichinelos de algumas cidades europeias, alguns deles quase desaparecidos. Estes pequenos heróis nasceram em Nápoles, durante o Renascimento.

A exposição estará patente ao público até 28 de Setembro de 2014.


Museu da Marioneta

Convento das Bernardas
Rua da Esperança, n° 146
1200-660 Lisboa

Tel.:  213 942 810
Sítio Internet: www.museudamarioneta.pt


Dissecção/Dissection
Vhils




Dissecção é a primeira exposição individual de Alexandre Farto – de nome artístico Vhils – numa instituição artística portuguesa e a maior realizada pelo artista até à data. A mostra apresenta um corpo de trabalho inteiramente novo, concebido especificamente para o espaço, exterior e interior, do museu.  
Alexandre Farto (1987), é conhecido pela intervenção urbana em paredes degradadas e outros suportes, tendo como expressão visual a pintura de graffiti.

A exposição estará patente ao público até 5 de Outubro de 2014.

Museu da Electricidade

Av. de Brasília, Central Tejo
1300-598 Lisboa

Tel: 21 002 81 90/30

Sítio Internet: http://www.fundacaoedp.pt/
 
 
Tapeçarias de Portalegre na obra de 
Vieira da Silva


Composition 1951. Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, 1981. Tapeçaria em lã policroma, 2.500 a 10.000 pontos por dm2.Trama decorativa de lã. Trama de ligação e teia de algodão (193x384 cm). Exemplar 1/6. Edição limitada de 6 exemplares mais 2 exemplares de autor. Col. Banco Santander Totta
A Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva apresenta, em colaboração com a Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, a exposição de tapeçarias de Maria Helena Vieira da Silva. A exposição, com curadoria de Vera Fino, integra todas as tapeçarias realizadas na Manufactura e agora na posse de instituições e particulares. Exceptua-se a peça Êxodo (1981), que pela sua enorme dimensão não pode ser exposta no museu.

A Manufactura de Tapeçarias de Portalegre em 1946, fundada por Guy Fino e Manuel do Carmo Peixeiro, e ainda hoje se dedica a preservar e reabilitar a arte da tecelagem, e a reafirmar a técnica da tapeçaria como técnica artística original.

A exposição estará patente ao público até 25 de Outubro de 2014.

Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva

Praça das Amoreiras, 56
1250-020 Lisboa

Tel.: 213 880 044 / 53 / 213 841  490

 Sítio Internet: http://fasvs.pt/



 O Traço e a Cor - Desenhos  Aguarelas na Colecção Calouste Gulbenkian


Três Estudos da Cabeça de uma Jovem, França c. 1716-1717. Três lápis (pedra-negra, sanguínea e giz branco) e esfuminho sobre papel. Jean Antoine Watteau

Esta exposição apresenta um pequeno mas importante conjunto de desenhos e aguarelas, entre os séculos XVI e XX, adquirido por Calouste Gulbenkian, que será mostrado pela primeira vez como um todo. A exposição reúne obras de Dürer, Watteau, Ruisdael, Boucher, Fragonard, Guardi, Turner, Millet ou Jouve, entre muitos outros, artistas que pontuam, geográfica e cronologicamente, marcos decisivos na História da Arte do Desenho.

A exposição estará patente ao público até 21 de Setembro de 2014

Museu Calouste Gulbenkian
Galeria Exposiçãoes Temporárias do Museu
 
Av. de Berna, 45A
1067-001 Lisboa


Tel.: 217 823 000


Sítio Internet: http://www.gulbenkian.pt/Institucional/pt/Homepage


HISTÓRIAS: Obras da Coleção de Serralves 
 Museu


Produzida a partir da Colecção de Serralves, "Histórias” é uma exposição em três partes em torno da importância da narrativa na produção artística dos nossos dias. (...) 
Em exposição estarão mais de 60 obras de pintura, escultura, instalação filme e vídeo, fotografia e performance, muitas recentemente incorporadas na Colecção, juntamente com algumas peças de artistas que se prevê venham a integrá-la.

A exposição estará patente ao público até 21 de Setembro de 2014.

SERRALVES
Museu, Casa e Parque

Morada Rua D. João de Castro
210 4150-417 Porto

Tel.: 226156500
 
Sítio Internet: http://www.serralves.pt/pt/



40 ideias, 40 imagens... 

Imagem da exposição. Arquivo AMTC

Uma exposição surpreendente onde se conjugam testemunhos que nos levam a refletir sobre a sociedade em que vivemos e o modo como nos relacionamos com o mundo.

A exposição é organizada pela Equipa Lúdico-Pedagógica do IPO do Porto e conta com o apoio do Museu dos Transportes e Comunicações.

A mostra estará patente ao público até  31 de Agosto de 2014.

Museu dos Transportes e Comunicações

Edifício da Alfândega / Piso 1 nascente
Rua Nova da Alfândega

4050-430 PORTO

Telf.:  223 403 000

Sítio Internet: http://www.amtc.pt/
Chapéus há muitos... Na colecção do museu



No acervo do Museu da Chapelaria, encontram-se peças de diferentes culturas do Mundo. As histórias de vida e as pessoas que usaram as peças, a proveniência geográfica e as comunidades culturais que os chapéus representam, são uma mais valia na compreensão do vasto universo do acervo do museu.. Nesta exposição são apresentados chapéus militares, religiosos, de uso profissional, de cerimónia de designers, desportivos e trajes populares

A exposição estará patente ao público até 5 de Outubro de 2014.

Museu da Chapelaria
Sala dos Usos Sociais

Rua Oliveira Júnior, nº 501
3700-204 S. João da Madeira

Tel.:  256 201 680 

 
Sítio Internet: http://museudachapelaria.blogspot.pt/




segunda-feira, 4 de março de 2013

Faleceu o artista plástico Eduardo Nery

Eduardo Nery (aqui)

Eduardo Nery  (Figueira da Foz, 1938 — Lisboa, 2 de Março de 2013) foi um artista plástico da terceira geração do modernismo português. 
Estrutura Ambígua IV, têmpera sobre platex (96 x 156 cm), 1964 - Centro de Arte Moderna, FCG
Espaço Ilusório, tecelagem manual sobre lã (176 x 292 cm),1969 - Centro de Arte Moderna, FCG
A família de Eduardo Nery instalou-se em Lisboa, no ano seguinte ao do seu nascimento. Nery frequentou o Liceu D. João de Castro. Em 1956, inscreveu-se no curso de pintura da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Em 1959, transitou para o curso de arquitectura, no mesmo estabelecimento de ensino. Viajou para Paris e, em 1960, iniciou um estágio com Jean Lurçat em Saint-Céré, França, familiarizando-se com o mundo da pintura e da tapeçaria moderna. A partir de 1965, progrediu para uma linguagem estética próxima da Op Art, corrente de que foi um dos introdutores em Portugal. Iniciou o desenvolvimento de trabalhos distintos em que utilizou a colagem e a fotografia.  

Painel de azulejo no IEFP, Coimbra, 1987-1988 - Bajouca, Carlos (2002), Cerâmica e Escultura. Porto: Sistema J.
Painel de azulejo na Estação de Contumil, Porto 1992-1994 - Bajouca, Carlos (2002), Cerâmica e Escultura. Porto: Sistema J.

A obra do artista passa também pelo desenho, gravura, tapeçaria, vitral, mosaico e azulejaria. A sua pintura simula por vezes a tridimensionalidade e desenvolve-se para além dos suportes comuns. Dedicou grande parte da sua carreira à arquitectura e ao espaço urbano, concebendo projectos para ornamentação através do azulejo, da tapeçaria e do vitral.

Estação do Campo Grande, Metropolitano, painel de azulejo, 1992. Lisboa
Viaduto da 2ª Circular, Campo Grande, painel de azulejo, 1998. Foto de Fernando Peixoto Lopes, CM Lisboa
Metamorfose I (colecção "Os Azulejos e os Oceanos"), azulejo (14,1 x 14,1 cm), 1998. Fabrica Cerâmica Viúva Lamego - Museu Nacional do Azulejo

É considerado um dos artistas plásticos contemporâneos com maior mediação ao nível de arte pública, nomeadamente em Lisboa:  Estação do Campo Grande, do Metropolitano (1992);  Museu da Água da EPAL (1987); no interior da sede do Banco BNC (1993); na sede da Associação Nacional das Farmácias (1995); no Viaduto da 2ª Circular, no Campo Grande (1998); na Estação da Refer/CP de Campolide (1999); Viaduto da Infante Santo (2001). No Porto, Estação de Contumil (1992/1994). Em Coimbra, IEFP (1987/1988).

Escada Mística, têmpera sobre platex (90 x 90 cm), 1972 - Centro de Arte Moderna FCG
Paisagem: reconstrução nº 3, tinta de esmalte sobre papel e platex (360 x 240 cm), n.d. - Centro de Arte Moderna, FCG

Duas épocas, fotografia sobre papel fotográfico e cartão (76 x 101,5 cm), 1983 - Centro de Arte Moderna FCG

Eduardo Nery recebeu diversos prémios e distinções, entre os quais: Prémio Municipal «Jorge Colaço» de Azulejaria, Câmara Municipal de Lisboa (1987, 1991, 1992 e 1995); Prémio Bordalo da Imprensa, Artes Plásticas/95; menção honrosa no Mónaco (1970); menção honrosa do Prémio da Crítica Portuguesa (1969). Foi condecorado com a Grã Cruz da Ordem do Infante (2012).

Astros, tapeçaria, (162 x 107 cm) - Manufactura de Tapeçarias de Portalegre
O Todo, tapeçaria (135 x 140 cm) -  Manufactura de Tapeçarias de Portalegre
Pulsação da cor V, tapeçaria (120 x 179 cm) - Manufactura de Tapeçarias de Portalegre

Os seus trabalhos têm sido apresentados em inúmeras exposições individuais e colectivas em todo o mundo. Em Portugal está representado na Casa Museu Dr. Anastácio Gonçalves; Fundação das Casas de Fronteira e Alorna; Fundação Manuel de Brito; Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto; Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Museu de Serralves, Porto.
Encontra-se representado no Everson Museum of Art, Nova Iorque; Taipei Fine Arts Museum, Taiwan; The George R. Gardiner Museum of Ceramic Art, Toronto.

Sem Título, colagem sobre papel (48,5 x 36,5 suporte), 1975 - Centro de Arte Moderna FCG
Silente, fotografia sobre papel e platex (70 x 47,7 cm ), 1883 - Centro de Arte Moderna, FCG
Nº 32, fotografia sobre papel fotográfico (60 x 58,8 cm), 2003 - Centro de Arte Moderna, FCG