domingo, 17 de novembro de 2013

Porfírio Pardal Monteiro, renovador da arquitectura portuguesa

Arquitecto Porfirio Pardal Monteiro (1897-1957) - Ípsilon

Porfírio Pardal Monteiro nasceu em 1897, em Pêro Pinheiro (Sintra), foi um destacado arquitecto português, responsável pela modernização da cidade de Lisboa entre os anos 20 e os anos 50, durante o Estado Novo. Estudou arquitectura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, onde se formou em 1919. Em 1920, tornou-se 1º assistente no Instituto Superior Técnico de Lisboa, entre 1933 e 1935, foi professor interino da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, em 1942, passou a professor catedrático do Instituto Superior Técnico de Lisboa.
A sua colaboração no atelier do arquitecto Miguel Ventura Terra, figura marcante do início do século em Portugal, influenciou o período inicial da sua carreira profissional. A Estação
Ferroviária do Cais do Sodré (1926-1928), foi uma das suas principais obras ao gosto Art Decó, realizadas neste período. Almada Negreiros criou um mosaico geometrizado, para a fachada da estação. A estação está classificada desde 2012 como Monumento de Interesse Público.
 
Estação Ferroviária do Cais do Sodré (1926-1928), Lisboa. Monumento de Interesse Público. (Estúdio Mário Novais, 1933-1983) - Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian
 
Estação Ferroviária do Cais do Sodré, Lisboa - Wikipédia, 2012
Estação Ferroviária do Cais do Sodré, Lisboa. - Wikipédia, 2012
Palacete Vale Flor na Calçada de Santo Amaro (1925), Lisboa. Prémio Valmor de 1928. ( Negativo de gelatina e prata em nitrato de celulose. Foto de Matos Sequeira, 1952.) - Arquivo Municipal de Lisboa
Edifício de habitação na Avenida da República, Lisboa. Prémio Valmor 1923.  (Negativo de gelatina e prata em vidro. Foto de Ferreira da Cunha.) - Arquivo Municipal de lisboa

A primeira grande obra pública inaugurada por Pardal Monteiro, em 1931, foi o edifício do Instituto Nacional de Estatística, com uma planta em “V”, fachadas amplas de largas janelas e alguma decoração Arte Decó, determinada por um painel vitral de motivos geométricos e cores vivas, na fachada principal. O projecto para a construção do Instituto Superior Técnico (1927-1935), foi confiado a Pardal Monteiro, então com 30 anos de idade. A construção de grande monumentalidade, exibe um jogo de volumes de cariz moderno, provido de largas janelas. Esta obra arquitectónica, ligou-o ao engenheiro Duarte Pacheco, na altura director do Instituto e futuro ministro das Obras Públicas. 

Instituto Nacional de Estatística (1931), Lisboa - Wikipédia, 2012
 
Instituto Nacional de Estatística, Lisboa - Wikipédia, 2013
Instituto Superior Técnico (1927-1935), Lisboa. (Estúdio Mário Novais, 1936-1937) - Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian
Instituto Superior Técnico (1927-1935), Lisboa. (Estúdio Mário Novais, 1936-1937) - Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian
Hall principal do IST, Lisboa - Wikipédia, 2011

Iniciado o seu período das obras públicas, Pardal Monteiro realizou o projecto para a Igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa, construção que na altura suscitou algumas opiniões controversas ao nível social, político e arquitectónico. Os vitrais da igreja foram concebidos pelo pintor Almada Negreiros, a convite de Pardal Monteiro.

Almada Negreiros, grande colaborador de Pardal Monteiro, realizou as pinturas murais para os edifícios da Gare Marítima de Alcântara e Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos (Monumento de Interesse Público), os frescos para o edifício do Diário de Notícias e as gravuras incisas para o pórtico da Faculdade de Letras da Universidade, situados em Lisboa.
 
Igreja de Nossa Senhora de Fátima (1933), Lisboa - Fachada frontal com torre. Prémio Valmor de 1938. (Negativo de gelatina e prata em acetato de celulose. Foto de Armando Serôdio, 1959 ) - Arquivo Municipal de Lisboa
Igreja de Nossa Senhora de Fátima, vitrais de Almada Negreiros - SIPA
 
Igreja de Nossa Senhora de Fátima (1933), exterior. Prémio Valmor de 1938. (Estúdio Mário Novais, 1933-1983) - Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian
Edifício do Diário de Notícias (1936), Lisboa. Prémio Valmor 1940 - Wikipédia, 2013

Edifício do Diário de Notícias, entrada - IGESPAR
"Quem não sabe arte não na estima", fresco na entrada da sede do Diário de Notícias, realizado por Almada Negreiros - França, José-Augusto. Almada, o português sem mestre;Lisboa: Estúdio Cor (1974)
O primeiro edifício moderno da Avenida da Liberdade, e a primeira obra de arquitectura projectada especialmente para um jornal, foi o Diário de Noticias, em 1936. Após um período dedicado a fazer habitação, prédios de rendimento, Pardal Monteiro surge entre 1949 e 1954, com projectos como o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), a Cidade Universitária, o início do projecto da Biblioteca Nacional de Portugal. O Hotel Ritz (Monumento de interesse Público), com murais e tapeçarias da autoria de vários artistas plásticos entre eles Almada Negreiros, foi concluído após a sua morte. Nos anos 50, Pardal Monteiro realizou um conjunto excepcional de projectos, fruto do conhecimento ganho através das viagens ao estrangeiro e dos contactos com arquitectos de outras nacionalidades. Ao longo da sua carreira recebeu vários prémios, entre os quais cinco prémios Valmor, uma menção honrosa Valmor e um Prémio Municipal.

Gare Marítima de Alcântara (1934-1943), fachada norte: corpo do vestíbulo; 2002 - IGESPAR
Gare Marítima de Alcântara (1934-1943), interior do vestíbulo: vidraça da fachada norte ; 2002 - IGESPAR
Gare Marítima de Alcântara (1934-1943), interior do vestíbulo: vista parcial das pinturas murais do tríptico da autoria do pintor Almada Negreiros (1945); 2002 - IGESPAR

Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos (1934-1948),fachada. Monumento de Interesse Público - IGESPAR

Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos (1934-1948),vista do interior. Monumento de Interesse Público - IGESPAR
Edifício de habitação na Avenida Sodónio Pais, Lisboa. Prémio Municipal de Arquitectura 1947. (Negativo de gelatina e prata em acetato de celulose. Foto de Armando Serôdio, 1959 ) - Arquivo Municipal de Lisboa

Pardal Monteiro acumulou cargos públicos como o Conselho Superior de Obras Públicas, o Conselho Superior de Belas-Artes, a Junta Nacional da Educação, a Academia Nacional de Belas-Artes e a presidencia da Sociedade Nacional dos Arquitectos. Foi um dos fundadores das “Réunions Internationales d’Architecture”, membro honorário da Real Academia de Belas-Artes São Fernando de Madrid, do Royal Institute of British Architectes, em Londres, e do Instituto de Arquitectos do Brasil. Representou Portugal no Congresso Internacional dos Arquitectos em 1935, em 1937 e em 1948. 
O ano de 1956 ficou marcado pela doença e o desespero, depois de um acidente vascular cerebral o ter deixado incapacitado. Morreu em 16 de Dezembro de 1957.
  

Edifício do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (1952), Lisboa. (Negativo de gelatina e prata em vidro. Foto de António Passaporte ) - Arquivo Municipal de Lisboa
Hotel Ritz, fachada. (Estúdio Mário Novais, 1933-1983) - Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian

Hotel Ritz, exterior: escultura de João Farinha e baixo relevo de Barata Feyo. (Estúdio Mário Novais, 1933-1983) - Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian

Hotel Ritz, jardim - SIPA, 2007
Hotel Ritz, fachada O. Monumento de Interesse Público - SIPA, 2007
Hotel Ritz, interior: 1º piso, mural de Almada Negreiros - SIPA, 2007
Hotel Ritz, interior: escadas de caracol, acesso ao 2º piso, - SIPA, 2007

Dos seus projectos arquitectónicos destacam-se:
1920 - Edifício na Av. da República, n.º 49 – Prémio Valmor de 1923.

1925 - Palacete Vale Flor - Prémio Valmor de 1928.
1926 - Estação dos Caminhos-de-Ferro do Cais do Sodré.

1926 - Moradia na Avenida 5 de Outubro, nº 207 a 215 – Prémio Valmor de 1929
1927 - Instituto Superior Técnico.
1930 - Edifício Ford Lusitana, Rua Castilho (demolido); Menção Honrosa Prémio Valmor 1930 (edifício de habitação na Avenida da República nº 54).
1931 - Instituto Nacional de Estatística
1933 - Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Fátima – Prémio Valmor de 1938.

1934 - Gare Marítima de Alcântara de Lisboa; Gara Marítimr da Rocha do Conde de Obitos
1936 - Edifício do Diário de Noticias – Prémio Valmor de 1940.

1947 - Edifício de habitação na Avenida Sidónio Pais, Prémio Municipal de Arquitectura.
1949 -Laboratório Nacional de Engenharia Civil.
1952 - Hotel Tivoli; Edifício Mundial (Hotel Mundial, inaugurado em Dezembro de 1958).
1952/1961 - Inicio dos projectos para os três edifícios da Cidade Universitária ( Faculdade de Direito, Faculdade de Letras, Reitoria)
1954-1959 - Hotel Ritz, (concluído após a sua morte). Inicio do projecto para a Biblioteca Nacional de Portugal.



Reitoria da Universidade de Lisboa - Wikipédia, 2011
Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, jardim - Wikipédia, 2011
Pórtico da entrada da Universidade de Direito, decorado com gravuras incisas de Almada Negreiros (Foto AM Pascoal. FD) - Wikipédia, 2011
Pórtico da entrada da Universidade de Direito, decorado com gravuras incisas de Almada Negreiros- Wikipédia, 2011
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa - Wikipédia, 2011
Pórtico da entrada da Universidade de Letras, decorado com gravuras incisas de Almada Negreiros- Wikipédia, 2009



Fontes:

http://www.flickr.com/photos/biblarte/
http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6484
http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=7781 
http://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Reitoria_da_Universidade_de_Lisboa_9292.jpg
http://memoria.ul.pt/index.php/Gravuras_incisas_de_Almada_Negreiros_da_Faculdade_de_Direito
http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/330115/
http://www.infopedia.pt/$pardal-monteiro
http://revelarlx.cm-lisboa.pt/gca/?id=146
http://www.hotel-mundial.pt/pt-pt/

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Castanhas no São Martinho

Prato de forma circular, côncavo sem aba. A decoração apresenta um ramo de castanheiro e ouriços entreabertos com castanhas, (c. 1900). Autor, Rafael Bordalo Pinheiro. Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha - Museu da Cerâmica

Manda a tradição, que o dia de São Martinho se festeje com castanhas, água-pé ou jeropiga e bom convívio. 
Em Setembro e Outubro, depois das vindimas, o vinho está pronto. Nesta altura do ano, os ouriços dos castanheiros já deixaram cair os seus frutos, pelo que nos magustos se assam as castanhas e se prova o vinho novo.

Artistas e artesãos portugueses, dedicaram algumas das suas obras ao saboroso fruto do castanheiro e ao método popular da sua confecção.

Mulher assando castanhas. Barro e tintas multicolores. Autora, Ana das Peles, séc. XX. Évora, Estremoz - Museu Nacional de Etnologia
Figura Feminina. Barro e pigmentos, séc. XX. Alentejo - Museu de Arte Popular

Mulher vendendo castanhas. Barro tinta multicolor, séc. XX. Évora, Estremoz - Museu Nacional de Etnologia

Cena quotidiana. Barro policromo, séc. XX - Museu dos Biscainhos
A Assadeira de Castanhas, aguarela sobre papel, 1935. Autor, Roque Gameiro, Lisboa - Palácio Nacional da Pena





















































































sábado, 2 de novembro de 2013

Exposições - Outubro, Novembro e Dezembro de 2013

Terrina Noé, artista brasileiro Barrão. Faianças Bordallo Pinheiro
  
Arte Contemporânea no Universo Bordallo

Vinte artistas brasileiros e sete portugueses criaram peças inspiradas na obra de Bordallo Pinheiro. 

A exposição é da iniciativa das Faianças Artísticas Bordallo Pinheiro com o apoio da fundação Gulbenkian.

A exposição está patente ao público até ao dia 17 de Novembro, no edifício sede da Fundação.

Fundação Calouste Gulbenkian 
Av. de Berna, 45A
1067-001 Lisboa
Portugal 

Telf.: 217 823 000

SOU FUJIMOTO 

FUTUROSPECTIVE ARQUITECTURE

Arquitectura como Floresta – Textos, maquetas, fotografias: uma exposição concebida, projectada, documentada e comentada pelo arquitecto Sou Fujimoto.

Cerca de 120 maquetas, projectos, objectos, materiais e filmes de trabalhos de Fujimoto são exibidos para ilustrar a sua visão do espaço.


A exposição está patente ao público até ao dia 17 de Novembro.

FUNDAÇÃO DE ARTE MODERNA
E CONTEMPORÂNEA - COLECÇÃO BERARDO

Praça do Império
1449-003 Lisboa
Portugal

Telf.:213 612 878


 GRAÇA MORAIS - UMA ANTOLOGIA
DA TERR AO MAR - PINTURA E DESENHO - 1970/2013.

Para comemorar os cinco anos de existência do Centro de Arte Contemporânea de Graça Morais, é apresentada uma mostra antológica da obra da artista, onde se expõe trabalhos realizados em 1970, quando finalista da Escola Superior de Belas Artes do Porto e um conjunto de obras que nunca tinham sido expostas.

A antologia integra obras de séries como “O Rosto e os Frutos”, “Os Cães”, “Cabo Verde”, “As Escolhidas”, “Geografias do Sagrado”, “Deusas da Montanha”, “Olhos Azuis do Mar” ou “Sombras do Medo”.

A exposição comissariada por Jorge da Costa, está patente ao público até ao dia 30 de Novembro.

Centro de Arte Contemporânea Graça Morais
Rua Abílio Beça, 105
5300 – 011 Bragança
Portugal

Telf.: 273 302 410



FUTURO PERFEITO

Trienal de Arquitectura de Lisboa de 2013

A edição de 2013 da Trienal de Arquitectura, que tem como tema “Close, Closer”, apresenta a exposição "Futuro Perfeito". 

Comissariada por Liam Young, trata-se de uma viagem extraordinária até ao futuro das nossas cidades, imaginada por escritores e cientistas, fabricada por robôs e ocupada por paisagens digitais.

A exposição está patente ao público até ao dia 15 de Dezembro.

Museu da ElectricidadeAv. de Brasília, Central Tejo
1300-598 Lisboa
Portugal

Telf.: 210 028 190




TOURBILLON 
 
MASAAKI MIYASAKO

No ano em que se comemoram 470 anos da chegada dos primeiros portugueses ao Japão, é apresentada uma mostra de Masaaki Miyasako, um dos mais prestigiados artistas japoneses da actualidade. 

A presente exposição, integrada no périplo europeu do artista, o qual incluiu passagens por Moscovo, São Petersburgo e Budapeste, contou com a colaboração do International Art Management.

A exposição está patente ao público até ao dia 29 de Dezembro.

Museu do Oriente
Galeria Nascente
Av. Brasília, Doca de Alcântara (Norte)
1350-362 Lisboa
Portugal
(A entrada do Museu situa-se na fachada virada para a Av.24 de Julho).

Telf.: 213 585 200



O Fado e o Teatro

A exposição O Fado e o Teatro dá corpo a uma relação, entre o Fado e o Teatro, que se iniciou em finais do século XIX e se mantém até hoje. 

A exposição apresentada em simultâneo no Museu Nacional do Teatro e no Museu do Fado, pretende evocar uma parte da vastíssima História desta profunda ligação entre o Fado e o Teatro, através dos mais diversos suportes, materiais e documentos, como trajos de cena, figurinos, maquetas e caricaturas originais, fotografias, publicações, manuscritos, material audiovisual e objectos pessoais, que representam o património comum e a herança destas duas artes, efémeras e imateriais na sua natureza, mas vivas e cada vez mais presentes no quotidiano e na memória de todos nós.

A exposição resulta de uma parceria entre o Museu Nacional do Teatro e o Museu do Fado.
A exposição está patente ao público até ao dia 31 de Dezembro.

Museu Nacional do Teatro
Estrada do Lumiar, 10
1600-495 Lisboa
Portugal

Telf.: 217 567 410


Museu do Fado
Largo do Chafariz de Dentro, N.º 1
1100-139 Lisboa
Portugal 
 
Telf.: 218 823 470


Réplica do F3 de Michael Schumacher © Arquivo AMTC
 Grande Prémio de Macau - Macau Grand Prix


Uma exposição dedicada à cidade de Macau e ao desporto automóvel

Exposição concebida em parceria com o Turismo de Macau e a Fundação Casa de Macau - detentora do Riquexó e da réplica do Fórmula 3.
A exposição está patente ao público até ao dia 31 de Dezembro.

Museu dos Transportes e ComunicaçõesEdifício da Alfândega
Rua Nova da Alfândega
4050-430 Porto
Portugal

Telf.:    223 403 000


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Halloween - decorações com aranha negra

Aranhas sobre gaze

O Dia das Bruxas ou Halloween, celebra-se anualmente em diversos países no dia  31 de Outubro. Brincadeiras e disfarces assustadores estão entre as tradicionais actividades festivas.

Estas aranhas negras de Halloween, foram realizadas com algum material reciclado. Pode utilizá-las em diversos tipo de decoração como embalagens, argolas de guardanapo, sobre os móveis... O importante é assustar mesmo...

1 - Aranha negra


Material:

- Caixa de cereais;
- Tampas de plástico - preto;
- Borracha EVA - preto;
- Contas em plástico ou metal - castanho ou preto;
- Gaze;
- Papel transparente;
- Linha preta;
- Tesoura;
- Lápis;
- Cola.

2 - Material

Passo a Passo:

1 - Imprima o modelo da aranha (imagem 3). Decalque para o cartão (caixa de cereais) e recorte (imagem 4).

3 - Modelo de aranha
4 - Aranha em cartão (molde)
2 - Coloque o molde da aranha sobre EVA. Com o lápis contorne todo desenho. Recorte (imagem 5).

5 - Recorte do modelo em EVA
3 - Para o corpo da aranha, coloque a tampa de plástico sobre EVA. Contorne com o lápis. Recorte. Dê-lhe a forma convexa, puxando com os dedos (imagens 6 e 7).

6 e 7 - Contorno da tampa sobre EVA. Forma convexa.
4 - Coloque cola sobre a tampa e cole a EVA (imagem 8). Cole o corpo da aranha sobre o modelo (imagem 9).

8 - Corpo da aranha: tampa de plástico coberta com EVA

9 - Colagem do corpo da aranha sobre o modelo.

 5 - Cole a conta sobre o modelo, no local da cabeça da aranha (imagem 10).
 
10 - Colagem da cabeça da aranha

A aranha negra pode ser colocada sobre a sua teia! Ficará belíssima sobre uma embalagem de presente ou sobre um guardanapo.

 
1 - Aranha sobre a teia em decoração de embalagem

 Material:

- 1 CD inutilizado;
- Sacos de plástico;
- Linha preta;
- Cola;
- Tesoura.

2 - Material para a teia da aranha
Passo a passo:

1 - Faça um novelo de fio de saco plástico, seguindo as instruções dadas   aqui.

Fio de saco plástico - Bricologia.pt

2 - Cubra o CD na totalidade com o fio obtido. Com a linha preta, faça a teia da aranha (imagem 3).

3 - Cole a aranha sobre a teia (imagens 1 e 4).


3 - CD revestido com fio de saco plástico. Teia de aranha.
4 - Aranha sobre a teia em decoração de guardanapo



Feliz e divertido Halloween!!!