segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

A merry Christmas - Cartão com Pai Natal


Um Feliz Natal. Litografia colorida com relevos. Início do século XX. Autor: Ellen Hattie Clapsaddle (America, 1865-1934). Publicação: The International Art Publishing Co., New York. Colecção Jefferson R. Burdick, Gift of Jefferson R. Burdick - The Metropolitan Museum of Art.

Janela 1


No primeiro dia do Calendário de Advento de 2014, escolhi um cartão com a representação do Pai Natal. 



Quem foi Ellen Clapsaddle?


Descubra aqui.






domingo, 30 de novembro de 2014

Agenda digital - Museu Nacional de Arte Antiga




A acontecer no Museu Nacional de Arte Antiga - MNAA

Rua da Janelas Verdes
1249-017, Lisboa
Portugal

Tel.: 213 912 800



Exposição "Quando os Deuses visitam Bali"


O Museu da Marioneta mostra ao público objectos do quotidiano da "Ilha dos Deuses", na Indonésia: tecidos e esculturas, máscaras e marionetas usadas em cerimónias e rituais, jóias... 
Na sua maioria, as peças em exposição pertencem á colecção Francisco Capelo.

"Bali, ou a «Ilha dos Deuses», é um mundo de tradições milenares, onde hinduísmo, budismo e antigas crenças dos povos indígenas se misturaram ao longo dos séculos, criando uma forma de vida ímpar, uma cultura única, original e viva."

A exposição estará patente ao público até ao dia 18 de Janeiro de 2015.

Museu da Marioneta

Convento das Bernanrdas
Rua da Esperança, nº 146
1200-660 Lisboa

Tel.: 213 942 810
Sítio Internet: http://museudamarioneta.pt/


Bali


O Alentejo e o seu cante - O Alentejo e a arte


A 9ª Sessão do Comité Intergovernamental da Organização das Nações Unidas, para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), votou por unanimidade a integração do Cante Alentejano na Lista do Património Cultural Imaterial da Humanidade, dia 27 de Novembro de 2014. 

Depois da inscrição do Fado (2011) e da "Dieta Mediterrânica" (2013) na Lista do Património Cultural Imaterial da Humanidade, junta-se agora o Cante Alentejano. 



O Cante Alentejano é Património Imaterial da Humanidade



UNESCO Arquivo Multimedia


A região do Alentejo (Portugal), integra os distritos de Portalegre, Évora e Beja, a metade sul do distrito de Setúbal e parte do distrito de Santarém, sendo a maior região de Portugal. Compreende 58 municípios e cerca de 400 freguesias.

O Alentejo é uma região de "montes" e vastas planícies, aldeias pintadas de branco, preciosidades arquitectónicas, artes tradicionais sempre renovadas, sabores mediterrânicos e impressionantes coros


Homenagem aos Mestres Cantores do Alentejo, têmpera sobre madeira, (1,30 x 40 cm), 1965. Autor: José Manuel Espiga Pinto - CAM, Fundação Calouste Gulbenkian.

Alentejo, tapeçaria (119 x 200 cm). Autor: Rogério Ribeiro - MTP - Manufactura Tapeçarias de Portalegre

Costumes Alentejanos, aguarela sobre cartão (37 x 26,5cm) séc. XX. Autor: Martins Barata - Museu Grão Vasco.
Mulheres Alentejanas, óleo sobre tela, (63 x 80cm), 1932. Autor: Simão César Dórdio Gomes. - Museu José Malhoa
Ceifeiras, óleo sobre cartão (125x115cm),1943. Autor: António Lino. - Museu do Chiado, Museu Nacional de Arte Contemporânea

Mondadeiras, litografia sobre papel, (46,6 x 33,9cm), 1959. Autor: Cipriano Dourado - CAM, Fundação Calouste Gulbenkian.
Gadanheiro, óleo sobre aglomerado, (122 x 83cm), 1926. Autor: Júlio Pomar.Museu do Chiado, Museu Nacional de Arte Contemporânea
O Rancho da Azeitona, óleo sobre tela. (121 x 51cm), 1916. Autor: Simão César Dórdio Gomes. - Museu de Évora

A olaria pedrada de Nisa, os barros de Estremoz, a olaria decorativa ou a utilitária, estão entre a grande variedade de peças criadas pelos mestres barristas. 

O mobiliário em madeira pintada, os objectos em cortiça, os bordados de Nisa ou os tapetes de Arraiolos, ajuízam a mestria dos artesãos alentejanos.

Em Portalegre, existe desde 1946, a Manufactura das Tapeçarias de Portalegre. Tapeçaria mural decorativa, a tapeçaria de Portalegre, tecida manualmente, é única pela técnica usada, permitindo a reprodução rigorosa de obras de grandes nomes da pintura nacional e estrangeira.

Ceifeira, barro policromado, séc. XX,.Estremoz - Museu Nacional de Etnologia
Pastor alentejano, barro policromado, séc. XX. Estremoz - Museu de Arte Popular 
Tarro (contenção de alimentos), cortiça e madeira, séc. XX - Museu Nacional de Etnologia
Camponês junto a uma azinheira comendo de um tarro, barro policromado, séc. XX. Estremoz - Museu Nacional de Etnologia
Cantarinha de prenda (testo), modelagem e empedrado, séc. XX. Alentejo - Museu de Arte Popular
Oratório, madeira de casquinha pintada. séc. XX(?). Alentejo - Museu de Arte Popular
Pormenor de cama tradicional, com almofadões, lençóis e colcha bordados - Museu do Bordado e do Barro
Bordado de Nisa (alinhavos de Nisa) - Museu do Bordado e do Barro
Colcha com aplicações de tecido, séc. XIX (?). Nisa - Museu de Arte Popular

O Maior Tapete de Arraiolos feito em Arraiolos - Município de Arraiolos

O centro histórico da cidade de Évora - cerca de 42 000 habitantes - é um dos mais ricos em monumentos, de Portugal. O centro histórico de Elvas foi declarado Património Mundial da Humanidade, pela UNESCO, em 1986. 

As muralhas seiscentistas da cidade de Elvas - cerca de 15 941 habitantes - em conjunto com o seu centro histórico, foram inscritas na Lista do Património Mundial da Humanidade, pela UNESCO, em 2012. 

A nível do Turismo, foi considerado como a melhor região de turismo de Portugal, tanto nacional como internacionalmente, nos anos 2011, 2012 e 2013. 


Évora, óleo sobre tela, (85 x 95 cm), 1938. Autor: Dórdio Gomes CAM, Fundação Calouste Gulbenkian.
Rua das Olarias, Viana do Alentejo, aguarela sobre cartão, (28 x 37,5) 1922. Autor: Helena Roque Gameiro - Museu Grão Vasco
A sesta dos ceifeiros (Alentejo), óleo sobre tela, (59 x 74 cm), 1918. Autor: Simão César Dórdio Gomes - Museu do Chiado, Museu Nacional de Arte Contemporânea.
Charneca alentejana, óleo sobre madeira, (37,5 x 56 cm), 1880-1889. Autor: António Carvalho de Silva Porto - Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves

Charneca dos Almos (Alentejo), pastel sobre papel, (44,5 x 115,5 cm), 1898. Autor: D. Carlos de Bragança - Museu do Chiado, Museu Nacional de Arte Contemporânea.


Fontes:
http://www.visitalentejo.pt/pt/o-alentejo/experimente/artes-tradicionais/
http://www.mtportalegre.pt/pt/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alentejo
http://www.cam.gulbenkian.pt/index.php?langId=1


segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Exposição "Barros Basto: o Capitão nas trincheiras"

"Barros Basto: o Capitão nas trincheiras"


Artur Carlos de Barros Basto (nome Hebreu: Abraham Israel Ben-Rosh) nasceu a 18 de Dezembro de 1887, em Amarante. Foi um militar de carreira, escritor e filósofo. Barros Basto, líder judaico respeitado, impulsionou a criação da comunidade Judaica do Porto (Comunidade Israelita do Porto) e a construção da Sinagoga Kadoorie (Porto).

No decorrer da  Primeira Guerra Mundial, comandou um batalhão do Corpo Expedicionário Português na frente da Flandres. Foi condecorado e promovido a Capitão, pelos seus actos de bravura e honra no campo de batalha. 

Barros Basto foi julgado pelo Conselho Superior de Disciplina do Exército e afastado da instituição, em 1937. O motivo alegado foi a realização de cerimónias para a circuncisão dos seus alunos.

Em 1938, Barros Basto viu com emoção a inauguração do seu grande projecto, a Sinagoga Kadoorie, no Porto.

Faleceu no dia 8 de Março de 1961, na cidade do Porto. Conforme o seu desejo, vestiram-lhe a farda com a qual, sempre serviu a sua pátria. Está enterrado no cemitério de Amarante, cidade onde nasceu. 

No dia 29 de Fevereiro de 2012, a 1ª Comissão da Assembleia da República, aprovou por unanimidade, a reabilitação do Capitão Barros Basto, considerando que ele “foi separado do exército devido a um clima genérico de animosidade contra si motivado pelo facto de ser judeu, de não o encobrir, e, pelo contrário, de ostentar um proselitismo enérgico convertendo judeus portugueses marranos e seus descendentes.”


(http://pt.wikipedia.org/wiki/Artur_Carlos_de_Barros_Basto; 
http://digitarq.cpf.dgarq.gov.pt/details?id=1214994).



"Barros Basto: o Capitão nas trincheiras"


Exposição "Barros Basto: o Capitão nas trincheiras"


"Conjunto de imagens peculiares de um homem peculiar, longe dos embarques em Alcântara, da visita de Bernardino Machado ou do “Um adeus carinhoso” de Benoliel ou ainda das mais oficiosas fotografias de Garcêz, Barros Bastos mostra-nos o quotidiano do acampamento da sua 4ª Companhia: o bivaque, a definição das trincheiras e das protecções do arame farpado, a pose dos militares frente às ruínas da guerra ou a criação de uma imaginosa e impressionante presença do divino na efémera comunidade militar".       (CPF - Maria do Carmo Serén)
     
A exposição está patente ao público até ao dia 14 de Junho de 2015, no CPF.


CPF - Centro Português de Fotografia

Edifício da Ex-Cadeia e
Tribunal da Relação do Porto

Largo Amor de Perdição
4050-008 Porto, Portugal

Telef.: 220 046 300

Sítio Internet: http://www.cpf.pt/index.htm




sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Exposição "Jóias da Carreira da Índia"

Taça de libação, província de Jiangsu, China; as montagens, provavelmente Manila, Filipinas, séc. XVII (segunda metade); chifre de rinoceronte e filigrana de prata dourada - Jornal "O Público"

A Carreira da Índia, trouxe especiarias como a canela do Ceilão, e pimenta de Cochim ou o cravinho das Molucas. Porém, outros tesouros foram cobiçados pelos Portugueses na Ásia. Objectos nunca vistos e outras mercadorias valiosas, eram algumas das preciosidades orientais.

" Apenas quatro anos após o feito de Vasco da Gama, Lisboa via com os seus olhos até que ponto eram verdadeiras as descrições de Marco Polo, com as naus trazendo até à Europa, não só as cobiçadas especiarias, mas todo um mundo de mercadorias e objectos raros, muitos nunca antes vistos", escreve no catálogo Nuno Vassallo e Silva, coordenador científico da exposição e director-geral do Património Cultural."  (As jóias que vinham na carreira  - Jornal "O Público" Francisca Gorjão Henriques- 13/11/2014)

Contador, Karimnagar, Índia, séc. XVII (finais); prata, prata dourada e filigrana dourada - Jornal "O Público"

"Dá-se a conhecer nesta exposição um impressionante conjunto de várias dezenas de peças de ouro e prata, delicadamente trabalhadas e enriquecidas com preciosas gemas e esmaltes de cores vibrantes. (...) Um conjunto de obras que nos surpreende e que, como Mendes Pinto, nos levam a dizer: que em meus dias nunca vi cousa tão maravilhosa."     
( Museu Fundação Oriente)

Espada (Kasthana), Ceilão (Sri Lanka), séc. XVIII; aço, prata, ouro, rubis e cornalina. - Jornal "O Público"

A exposição está patente ao publico entre 13 de Novembro de 2014 e 26 de Abril de 2015

Comissário da exposição: Hugo Miguel Crespo.


Museu Fundação do Oriente

Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte)
1350-352 Lisboa, Portugal

Tel.: 213 585 200
Sítio Internet: http://www.museudooriente.pt/