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segunda-feira, 16 de novembro de 2015
La Marseillaise - Mireille Mathieu
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quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Coreto no Alvito - Alentejo
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Morcego de Halloween
| 1- Morcego-vampiro de Halloween |
O Halloween é já no dia 31 de Outubro... Para assustar alguns dos amigos sugiro a realização deste morcego-vampiro.
Poderá juntá-lo às aranhas e a decoração ficará bastante assustadora...
O morcego-vampiro (Desmodus rotundus), tem comprimento até 9 cm e envergadura até 18 cm. Este morcego ataca aves e mamíferos de grande e médio porte como, por exemplo, gado. Tem os dentes da frente afiados como lâminas que usa para furar a pele da vítima. Depois aspira o sangue que goteja da ferida. Não tira uma quantidade suficiente de sangue para matar, mas pode transmitir doenças como a raiva, através da saliva. Pode ser encontrado no México e em toda a América do Sul.
Material necessário:
- Feltro nas cores preto, castanho, encarnado e branco;
- Tampa de plástico - 1:
- Caixa de cartão, planificada;
- Tesoura;
- Cola;
- Compasso;
- Régua;
- Lápis nº 2;
- Palitos de madeira - 12;
- Caneta resistente à água, cor preto;
- Giz branco.
| 2 - Material |
Passo a Passo:
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| 3 - Morcego-vampiro |
| 6 - Molde desenhado com giz sobre o feltro (parte superior das asas). |
3 - Coloque o molde sobre o feltro (5). Desenhe com o giz (6). Recorte.
| 7 - Desenho com o giz sobre feltro (parte inferior das asas). |
4 - Proceda de igual modo para a parte inferior das asas, onde desenhará a estrutura (7).
5 - Pinte os palitos com a caneta à prova de água (8). Cole sobre o feltro, seguindo o desenho (7 e 9).
| 9 - Colagem dos palitos pintados. |
| 10 - Colocação da cola sobre as duas partes das asas, já cortadas. |
6 - Coloque cola sobre as duas faces das asas (inferior e superior). Cole pressionando as duas partes.
| 11 - Tampa de plástico revestida com feltro na parte lateral. |
7 - Meça a altura e o perímetro da tampa de plástico. Recorte uma tira de feltro com as medidas anteriores. Cole sobre a parte lateral da tampa (11).
| 12 - Parte superior da tampa recortada em feltro. |
| 13 - Cabeça do morcego. |
9 - Realize a cabeça do morcego-vampiro. Siga o desenho da imagem 3. Utilize feltro nas cores castanho, encarnado e branco (13).
| 14 - Colagem da cabeça com as orelhas e semi-circulo encarnado. |
10 - Realize as orelhas. Cole a cabeça com as orelhas sobre o feltro. Cole um semi-circulo de feltro encarnado por debaixo da cabeça.
Fontes:
Taylor, Barbara e Lilli Kenneth (1992), Atlas dos animais. Milão: CL
https://pt.wikipedia.org/wiki/Desmodus_rotundus
domingo, 11 de outubro de 2015
Chafariz do Intendente / Chafariz do Desterro - século 19
As obras de construção do
chafariz no Largo do Intendente junto à Fábrica de Azulejos Viúva Lamego (fundada em 1849) iniciaram-se
no dia 1 de Março de 1823. Esta localização manteve-se até 1917, ano em foi
transferido para a esquina da Rua do Desterro com frente para a Rua da Palma, a
fim de facilitar o tráfego automóvel, em particular a passagem de eléctricos.
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| Chafariz do Largo do Intendente; gravura - ARQML |
Os primeiros esforços para a edificação do chafariz partiram do Intendente Geral da Polícia, Diogo Inácio de Pina Manique, ao dirigir uma carta ao Mordomo-mor da Corte e Reino, solicitando a construção de um chafariz para abastecimento de água aos moradores da freguesia dos Anjos, em 1799. Após a apresentação de diversas plantas e alçados referentes à construção, foi aprovado o projecto conjunto dos arquitectos Henrique Guilherme de Oliveira e Honorato José Correia de Macedo e Sá, realizado em 1819. As obras depois de concluídas orçaram em 8 862$668 réis.
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| Chafariz do Intendente; na foto ao lado direito, a Fábrica de Azulejos Viúva Lamego; data: 1915; negativo de gelatina e prata em vidro; dimensão: 9x12 cm; autor: José Artur Leitão Bácia - ARQML |
Edifício da Fábrica de Azulejos Viúva Lamego; Largo do Intendente. Foto "comjeitoearte", 2015.
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Também conhecido como Chafariz do
Desterro, foi classificado como Imóvel de Interesse Público - Decreto n.º 8/83,
DR, I Série, n.º 19, de 24-01-1983. Construído em calcário branco de lioz,
apresenta um volume paralelepipédico, servido por duas bicas que vertem água
para 2 tanques semicirculares, que ladeiam um tanque central rectangular. A almofada central superior apresenta a inscrição: AGOAS LIVRES/ANNO DE/1824. Com influências neoclássicas é rematado por pináculos pirâmidais e encimado por um frontão curvo, apoiando esfera armilar com brasão nacional e coroa encimada por cruz.
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| Chafariz do Intendente; Rua da Palma; data: 1950; autor: Eduardo Portugal (nesta data, a esfera armilar não está encimada por coroa) - ARQML |
A Coroa, foi retirada após a implantação da República em 1910. Só nos anos 90 é que volta ao seu lugar, reposta pela Câmara Municipal de Lisboa.
Este chafariz tinha duas Companhias de Aguadeiros, dois capatazes e sessenta e seis aguadeiros. A água era-lhe fornecida pelo
Aqueduto das Águas Livres através da Galeria do Campo de Santana. ![]() |
| Chafariz do Intendente; original de bilhete postal ilustrado; desenho à pena (tinta da china) sobre papel, (32 x 23cm); autor: Américo Taborda. Património Museológico das Comunicações (MatrizWeb) |
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| O Aguadeiro; figura de aguadeiro com chapéu e barril ao ombro; bilhete postal ilustrado (14 x 9cm); autor: F. A. Martins (1900) - BNP, Biblioteca Nacional de Portugal |
Fontes:
http://revelarlx.cm-lisboa.pt/gca/?id=1357
http://www.cm-lisboa.pt/equipamentos/equipamento/info/chafariz-do-intendente-ou-do-desterro
http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/71829/
http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4055
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Igreja de Nossa Senhora de Aires - Viana do Alentejo
Santuário de Nossa Senhora de Aires / Igreja de Nossa Senhora de Aires (2015) - fotos de Fernanda Pina (amiga do "comjeitoearte")
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O Santuário de Nossa Senhora de Aires fica situado no lugar de Aires, freguesia e concelho de Viana do Alentejo, no distrito de Évora, em Portugal. A sua história remonta ao ano de 1751, com origem num alvará de D. José I.
Está classificado como Monumento Nacional, conforme o Decreto n.º 31-J/2012, DR, 1.ª série, n.º 252 (suplemento), de 31-12-2012.
"O Santuário de Nossa Senhora de Aires, nos arredores de Viana do Alentejo, deve ser considerado um dos mais interessantes e destacados conjuntos do barroco alentejano. É destino de peregrinações oriundas de toda esta região do país, destacando-se a famosa Romaria de Nossa Senhora de Aires, com origem num alvará de D. José I, que, em 1751, autorizou a realização de uma feira franca no local.O actual santuário, com obras documentadas entre 1743 e 1760, substitui um edifício primitivo, de fundação quinhentista. O projecto manifesta influências mafrenses, visíveis na estrutura de muros ondulantes e na fachada com zimbório octogonal, de grande efeito cenográfico, e torres rematadas por cúpulas bolbosas. Da festiva decoração do interior, constituída por um conjunto de pintura mural, estuques coloridos, azulejaria, mármores e talha, destaca-se o enorme baldaquino em talha dourada albergando uma maquineta envidraçada com a imagem quatrocentista da Virgem da Piedade, proveniente da primitiva construção. O complexo inclui toda a cerca do Santuário, abrangendo o grandioso templo e dependências anexas, a antiga hospedaria, hoje arruinada, e a fonte e tanque de Nossa Senhora de Aires, no Terreiro dos Peregrinos, esta ainda datada de 1640. Na Casa dos Milagres, antiga sala das confrarias, bem como nas dependências anexas, guarda-se um grande número de ex -votos do século XVIII até à actualidade.
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Artigo único
Classificação
São classificados como monumentos nacionais:
a) O Santuário de Nossa Senhora de Aires, no lugar de Aires, freguesia e concelho de Viana do Alentejo, distrito de Évora, conforme planta constante do anexo ao presente decreto, do qual faz parte integrante;
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| Maquineta envidraçada acolhendo a imagem de Nossa Senhora de Aires (Virgem da Piedade), em pedra de ançã, policromada, do século XV, proveniente da antiga construção. |
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| Interior da Igreja |
Este santuário, edificado para substituir um edifício primitivo, é da autoria do Padre arquitecto João Baptista, com obras verificadas entre 1743/1760.
O culto a Nossa Senhora de Aires teve inicio por volta de 1748, quando alastrou em Évora uma epidemia. Os comerciantes da cidade fizeram o voto de dedicar a Nossa Senhora de Aires uma festa, se a epidemia fosse dominada. Atendido o pedido, a festa decorreu durante três dias e, posteriormente, o santuário começou a ser edificado.
No interior da igreja existe uma variada colecção de ex-votos populares, em diversos materiais, que se situam entre o século XVIII e o XXI, a testemunhar as promessas realizadas ao longo dos séculos.
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| Colecção de ex-votos populares a testemunhar as promessas realizadas ao longo dos séculos. |
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| Pinturas murais na Casa dos Milagres, ex-votos populares, a testemunhar as promessas realizadas ao longo dos séculos. |
Fontes:
http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/11942233/
https://dre.pt/application/dir/pdf1sdip/2012/12/25204/0030200303.pdf
http://www.lazer.publico.pt/festasefeiras/212177_romaria-a-senhora-d-aires-viana-do-alentejo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_de_Aires
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