quarta-feira, 1 de junho de 2016

Brinquedos tradicionais em madeira


Carrinho de boneca; madeira pintada com decoração vegetalista. Portugal (c. 1930). Museu Nacional do Traje (MatrizPix).


No Dia da Criança, façamos uma "viagem" pelos diversos brinquedos em madeira.




Brinquedo com galináceos; madeira pintada. Com o movimento giratório da palmatória, os galináceos levantam e baixam os pescoços simulando o debicar (séc. XX)PortugalMuseu Nacional de Etnologia (MatrizNet).


Pombinha articulada; madeira de pinho pintada. As asas movimentam-se com o andar das rodas. Portugal (séc. XX)Museu da Guarda (MatrizNet).



Ciclista articulado; madeira de pinho e arame. A campainha (integrada na roda) toca com o movimento. Portugal (séc. XX)Museu da Guarda (MatrizNet).


Carro de bois com pipo e figura humana; madeira. A figura masculina tem os braços articulados. Portugal. Museu dos Biscainhos (MatrizNet).


Camioneta de caixa aberta; madeira pintada. Marca DODGE (séc. XX). Museu dos Biscainhos (MatrizNet).


Cama de bonecas; madeira pintada e torneadaÍndia, Goa (séc. XX). Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet).



Berço de bonecas; madeira pintada e torneadaÍndia, Goa (séc. XX). Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet).


Cama de bonecas; madeira pintada.  Portugal. Museu dos Biscainhos (MatrizNet).


Viola; madeira pintada.  Portugal. Museu dos Biscainhos (MatrizNet).


Jogo do rapa; madeira pintada.  Portugal. Museu dos Biscainhos (MatrizNet).


Trotineta;madeira; marca SPORT. Portugal (séc. XX). Museu dos Biscainhos (MatrizNet).


Carro; madeira. Portugal (séc. XX). Museu dos Biscainhos (MatrizNet).


Mota; madeira, ferro, chapa e borracha. Criação popular. África (séc. XX). Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet).


Carro com atrelado; madeira, ferro, plástico e borracha. Criação popular. África (séc. XX). Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet).


Avião; madeira. Este brinquedo representa um hidroavião da Força Aérea Brasileira. Grupo cultural: Piratapura. Fronteira com a Colômbia (séc. XX). Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet).


Piasca; madeira. Brinquedo popular. Planalto Maconde, Moçambique (séc. XX).. Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet)



Espingarda; madeira. Bijagós, Guiné-Bissau (séc. XX)Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet)


Boneco; madeira torneada e pintada. Dez partes desmontáveis, enfiadas num eixo central. Índia, Goa. (séc. XX). Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet).



Fonte:
http://www.matriznet.dgpc.pt/MatrizNet/Objectos/ObjectosFiltrarPorTema.aspx

http://www.matrizpix.dgpc.pt/MatrizPix/Fotografias/FotografiasConsultar.aspx?TIPOPESQ=2&NUMPAG=1&REGPAG=50&CRITERIO=brinquedos&IDFOTO=11831


quarta-feira, 25 de maio de 2016

O Largo do Correio Mor - Chafariz I Palácio I Arte Urbana

Chafariz das Mouras no Largo do Correio-Mor. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015).

No Largo do Correio Mor, actualmente Rua de São Mamede, encontramos obras dos séculos XVIII, XIX e XXI, nomeadamente, palácio senhorial, chafariz e arte urbana. 


Chafariz

O Chafariz das Mouras, no Lumiar, foi alimentado por uma nascente situada na zona do Vale das Mouras. A obra, com projecto da autoria do arquitecto José Therésio Michelotti, foi iniciada em 1813 e concluída em 1816, ano em que a água começou a correr nas suas bicas. 
Em meados século XX, a escassez do caudal levou à interrupção do abastecimento de água e à desactivação do chafariz. Após a demolição foi reaproveitado o seu pano de fachada e tanque contracurvado, para o Largo do Correio Mor, actual Rua de São Mamede, onde ainda se encontra. 


Chafariz das Mouras no Largo do Correio Mor. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015).

Chafariz das Mouras no Largo do Correio Mor. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015).

Este chafariz composto por espaldar simples rectilíneo, com duas pilastras rematadas em friso e cornija, possui um elemento almofadado, em cantaria, onde sobressai o escudo real e um painel com uma inscrição onde se lê " UTILIDADE DO PÚBLICO/ANNO DE 1815". Na base, três bicas circulares, com torneiras, que vertem para um tanque de planta contracurvada, com bordo boleado.

Chafariz das Mouras, no Lumiar. (1939); fotografia, 10 x 15 cm. Fotógrafo: Eduardo Portugal (1900-1958) - AML

Arte Urbana

O mural na Travessa da Mata (rua perpendicular ao Largo do Correio Mor), foi criado por Nuno Saraiva. A sequência é inspirada nos cavalos animados do fotógrafo Etienne-Jules Marey (1830-1904). Uma recriação do reboliço que se vivia nos meados do século XIX, quando os cavaleiros da Mala-Posta Real partiam do Palácio do Correio Velho. 

Mural na Travessa da Mata. Foto "comjeitoearte" (mês de Março de 2016).

 Detalhe do Mural na Travessa da Mata. Foto "comjeitoearte" (mês de Março de 2016).

Arquitectura Pombalina


Palácio dos Condes de Penafiel / Palácio do Correio Mor, na Rua de São Mamede. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015).
Palácio Conde de Penafiel / Palácio do Correio-Mor. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015).

Construído sobre o edifício do Correio-Mor, o Palácio Conde de Penafiel, situado na Rua de São Mamede, em frente ao Largo do Correio Mor, foi concluído em 1776, após a remodelação pombalina. 

Em 1859, falece no palácio o 8º e último Correio Mor do Reino, Manuel José da Maternidade da Mata de Sousa Coutinho, 1º conde de Penafiel. O palácio passa para a posse da sua única filha. É adquirido pelo Estado, em 1919, após sucessivos arrendamentos.

No exterior do palácio existe um pequeno jardim e um pátio, onde é visível o conjunto de painéis de azulejos monocromáticos historiados.
Entre os portões, sobre o muro gradeado, dois anjos apoiados nos pilares, sustentam a pedra de armas dos condes de Penafiel, encimada por coroa.

No acesso ao palácio pela Calçada do Correio Velho, o edifício integra uma porta encimada por a inscrição "CORREYO GERAL DO REINO MDCCLXXVI" (1776).



Porta do Correio Geral do Reino, no Palácio Conde de Penafiel / Palácio do Correio-Mor; acesso pela Calçada do Correio Velho. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015).

Detalhe da porta do Correio Geral do Reino, no Palácio Conde de Penafiel / Palácio do Correio-Mor; acesso pela Calçada do Correio Velho. " CORREYO GERAL DO REINO MDCCLXXVI" (1776). Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015).

Planta nº 43; levantamento topográfico de Francisco e César Gullard (1879-01); suporte em papel, 970 x 670cm (assinalei digitalmente no mapa com a cor verde, o Largo do Correio Mor, a Travessa da Mata, a Calçada do Correio Velho e o Palácio) - AML


Fontes:
http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/pt/
http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25673
https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tienne-Jules_Marey
http://www.cm-lisboa.pt/equipamentos/equipamento/info/chafariz-do-caldasantigo-chafariz-das-mouras-ao-lumiar

http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4003


terça-feira, 10 de maio de 2016

Montras de Primavera


Montras da loja Hermès, no Largo do Chiado / Rua António Maria Cardoso, em Lisboa. Foto comjeitoearte, 2016







sábado, 30 de abril de 2016

Bijutaria com botões

1- Pulseira com botões


Botões de qualquer material e de qualquer cor, antigos ou novos, são essenciais para a realização desta pulseira. Se juntar outros acessórios pode criar objectos como colares ou porta chaves. 

Esta pulseira pode adaptar-se a um presente para o Dia da Mãe, Dia dos Namorados / São Valentim ou Dia da Criança.


Material:

- 14 botões brancos ou de cores;
- 16 argolas de metal;
- 8 contas de madeira;
- 1 fecho para pulseira.


Passo a Passo:

2 - Material

1 - Abra as argolas de metal com a ajuda de um alicate. Para não deformar a argola afaste uma das pontas no sentido ascendente ou descendente e nunca para a direita ou para a  esquerda (foto 3).


3 - A seta indica o sentido de afastamento de uma das pontas da argola.

2 - Introduza dois botões em cada argola (figura 4). Repita esta operação sucessivamente até formar uma corrente (foto 5).


5 - Introdução dos botões nas argolas

3 - Introduza uma conta de madeira numa argola de metal (foto 6). 



4 - Prenda a conta numa das argolas que ligam os botões (foto 7). Repita até obter o efeito desejado (foto 8). Coloque o fecho numa das argolas


7
8 - Pulseira com botões e contas de madeira






segunda-feira, 25 de abril de 2016

25 de Abril de 1974 em selos

Movimento das Forças Armadas de 25 de Abril; guache sobre cartão; 13,8cm x 11,6cm. Originais de selos. Autor: José Pedro Roque Gameiro Martins Barata; 1974 - Património Museológico das Comunicações - MatrizWeb

Movimento das Forças Armadas de 25 de Abril de 1974guache sobre cartão; 43,4cm x 31,3cm. Originais de selos. Autor: Victor Manuel Viana de Almeida Ribeiro; 1974 - Património Museológico das Comunicações - MatrizWeb

Movimento das Forças Armadas de 25 de Abril de 1974; guache sobre cartolina; 52,3cm x 40,5cm.Originais de selos. Autor: Victor Manuel Viana de Almeida Ribeiro; 1974 - Património Museológico das Comunicações - MatrizWeb

Primeiro Aniversário do Movimento de 25 de Abril; guache sobre papel colado em platex; 33cm x 48cm. Originais de selos. Autores: Luis Pinto Barbosa/João Baltazar Domingues ; 1975 - Património Museológico das Comunicações - MatrizWeb


Primeiro Aniversário do Movimento de 25 de Abril de 1974; guache sobre papel colado em cartão; 30,3cm x 29,8cm. Originais de selos. Autor: Luis Filipe de Abreu; 1975 - Património Museológico das Comunicações - MatrizWeb
Primeiro Aniversário do Movimento de 25 de Abril de 1974; guache sobre papel colado em cartão; 30,3cm x 29,8cm. Originais de selos. Autor: Luis Filipe de Abreu; 1975 - Património Museológico das Comunicações - MatrizWeb


Primeiro Aniversário do Movimento de 25 de Abril; guache sobre papel colado em platex; 35cm x 27,5cm. Originais de selos. Autor: Jorge Vidal; 1975 - Património Museológico das Comunicações - MatrizWeb

Décimo Aniversário do 25 de Abril de 1974; guache e lápis de cor sobre papel; 22,5cm x 27,5cm. Originais de selos. Autor: Luis Duran; 1984 - Património Museológico das Comunicações - MatrizWeb

Décimo Aniversário do 25 de Abril de 1974; lápis de cor sobre cartolina; 27cm x 21cm. Originais de selos. Autor: Acácio Santos; 1984 - Património Museológico das Comunicações - MatrizWeb
Décimo Aniversário do 25 de Abril de 1974; Guache e colagem sobre cartolina; 30,4cm x 44,8 cm. Originais de selos. Autor: Acácio Santos; 1984 - Património Museológico das Comunicações - MatrizWeb




segunda-feira, 18 de abril de 2016

Candeeiros com canos de PVC




Candeeiros invulgares e coloridos para a decoração da casa, feitos com canos de cerâmica ou PVC (manilhas).

Para a sua realização, poderá reutilizar desperdícios de canos ou adquiri-los numa casa de materiais para construção. 


Material:

- Cano de cerâmica ou PVC;
- Tinta de esmalte;
- Pincéis;
- Compasso;
- Cartão resistente;
- Tesoura;
- Fita crepe;
- Globo de vidro;
- Lâmpada;
- Fio eléctrico;
- Ficha bipolar;
- Casquilho  para iluminação;
- Interruptor.

Passo-a-Passo:

1 - Pinte o cano na cor à sua escolha. 



1 - Circulo de cartão

2 - Desenhe um circulo sobre o cartão, com o compasso. A medida do diâmetro deve ser igual ao diâmetro interno da boca do cano (figura 1).



2 - Circulo  de diâmetro menor que o do casquilho eléctrico.

3 - Desenhe um circulo no centro do cartão, com o compasso. A medida do diâmetro deve ser menor que o diâmetro do casquilho eléctrico (figura 2). Recorte com uma tesoura de bicos afiados.


4 - Coloque o fio eléctrico no casquilho e encaixe o conjunto no centro do cartão recortado (figura 2). 


5 - Prenda o disco de cartão na boca do cano, com fita crepe ou cola resistente. Tenha atenção à altura do encaixe do globo (figura 3).


3 - Disco de cartão colocado na boca do cano com altura de encaixe para o globo.

6 - Coloque a lâmpada no casquilho (figura 3). Encaixe o globo de vidro e puxe o fio para fora da base, na parte inferior do cano. Pode colocar uma lâmpada decorativa e deixar o candeeiro sem globo de vidro (figura 4).



4 - Disco de cartão colocado na boca do cano.

7 - Finalize o candeeiro com a colocação do interruptor e da ficha, no fio eléctrico.


Candeeiros realizados com cano de manilha e mola de suspensão de caminhão.

Fonte: Artesanato (1981). Brasil: LISA