quarta-feira, 8 de junho de 2016
segunda-feira, 6 de junho de 2016
Montras de Santo António - I
Montra da confeitaria "Rainha Dona Amélia", no Largo Santo António da Sé, em Lisboa (foto "comjeitoearte", em Junho de 2016).
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A fotografia que aqui apresento tem pouca qualidade. Por este motivo peço desculpa aos amigos, visitantes e seguidores deste blogue. No entanto, não podia deixar de partilhar convosco esta montra bem bonita e original.
sábado, 4 de junho de 2016
A Torre de Belém vista por Noël no século XVIII
A view of the Castle of Belém at the entrance of the port of Lisbon
The original drawing by Noël, in the possession of Gerard de Visme.
Descrição da gravura
Paisagem fluvial vendo-se ao fundo o baluarte de S. Vicente, mais conhecido por Torre de Belém, construção do século XVI.
Em primeiro plano grupos de populares, cantando e dançando embarcam num bote, pronto a seguir viagem para a Outra Margem ou para Lisboa.
No rio, várias embarcações de maior calado* estão ancoradas.
*calado - profundidade do casco submerso.
Alexandre Jean Noël (1752-1834) foi um pintor francês. Discípulo de Joseph Vernet, Noël realizou desenhos e aguarelas de cenas marítimas e paisagens. Em Portugal, foi um dos principais pintores de paisagens dos finais do século XVIII, tendo pintado aguarelas com vistas do Tejo, do Aqueduto das Águas Livres e da Quinta de Gerard de Visme. Noël, está representado na colecção de pintura da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva. É avô do pintor Alexis Nicolas Noël (1792-1871).
Gerard de Visme (1726-1797) foi um rico comerciante inglês, de origem francesa, radicado em Lisboa. Nesta cidade, mandou construir uma elegante residência neoclássica na sua Quinta de Benfica. No ano de 1789, arrendou a Quinta de Monserrate por nove anos, estabelecendo para o efeito um contrato com D. Francisca de Mello e Castro. A propriedade foi valorizada com a construção de uma casa de campo, o primeiro palácio de Monserrate, e embelezamento dos jardins. Faleceu em Wimbledon, Inglaterra.
Fontes:
https://fr.wikipedia.org/wiki/Alexis_Nicolas_No%C3%ABl
https://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandre_Jean_No%C3%ABl
http://www.fress.pt/Default.aspx?PageId=1
http://www.parquesdesintra.pt/pontos-de-atracao/proprietarios-e-construtores-de-monserrate/
http://purl.pt/1146
http://www.parquesdesintra.pt/pontos-de-atracao/proprietarios-e-construtores-de-monserrate/
http://purl.pt/1146
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Brinquedos tradicionais em madeira
Carrinho de boneca; madeira pintada com decoração vegetalista. Portugal (c. 1930). Museu Nacional do Traje (MatrizPix).
No Dia da Criança, façamos uma "viagem" pelos diversos brinquedos em madeira.
Brinquedo com galináceos; madeira pintada. Com o movimento giratório da palmatória, os galináceos levantam e baixam os pescoços simulando o debicar (séc. XX). Portugal. Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet).
Pombinha articulada; madeira de pinho pintada. As asas movimentam-se com o andar das rodas. Portugal (séc. XX). Museu da Guarda (MatrizNet).
Ciclista articulado; madeira de pinho e arame. A campainha (integrada na roda) toca com o movimento. Portugal (séc. XX). Museu da Guarda (MatrizNet).
Carro de bois com pipo e figura humana; madeira. A figura masculina tem os braços articulados. Portugal. Museu dos Biscainhos (MatrizNet).
Camioneta de caixa aberta; madeira pintada. Marca DODGE (séc. XX). Museu dos Biscainhos (MatrizNet).
Cama de bonecas; madeira pintada e torneada. Índia, Goa (séc. XX). Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet).
Berço de bonecas; madeira pintada e torneada. Índia, Goa (séc. XX). Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet).
Cama de bonecas; madeira pintada. Portugal. Museu dos Biscainhos (MatrizNet).
Viola; madeira pintada. Portugal. Museu dos Biscainhos (MatrizNet).
Jogo do rapa; madeira pintada. Portugal. Museu dos Biscainhos (MatrizNet).
Trotineta;madeira; marca SPORT. Portugal (séc. XX). Museu dos Biscainhos (MatrizNet).
Carro; madeira. Portugal (séc. XX). Museu dos Biscainhos (MatrizNet).
Mota; madeira, ferro, chapa e borracha. Criação popular. África (séc. XX). Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet).
Carro com atrelado; madeira, ferro, plástico e borracha. Criação popular. África (séc. XX). Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet).
Avião; madeira. Este brinquedo representa um hidroavião da Força Aérea Brasileira. Grupo cultural: Piratapura. Fronteira com a Colômbia (séc. XX). Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet).
Piasca; madeira. Brinquedo popular. Planalto Maconde, Moçambique (séc. XX).. Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet)
Espingarda; madeira. Bijagós, Guiné-Bissau (séc. XX). Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet)
Boneco; madeira torneada e pintada. Dez partes desmontáveis, enfiadas num eixo central. Índia, Goa. (séc. XX). Museu Nacional de Etnologia (MatrizNet).
Fonte:
http://www.matriznet.dgpc.pt/MatrizNet/Objectos/ObjectosFiltrarPorTema.aspx
http://www.matrizpix.dgpc.pt/MatrizPix/Fotografias/FotografiasConsultar.aspx?TIPOPESQ=2&NUMPAG=1®PAG=50&CRITERIO=brinquedos&IDFOTO=11831
quarta-feira, 25 de maio de 2016
O Largo do Correio Mor - Chafariz I Palácio I Arte Urbana
| Chafariz das Mouras no Largo do Correio-Mor. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015). |
Chafariz
O Chafariz das Mouras, no Lumiar, foi alimentado por uma nascente situada na zona do Vale das Mouras. A obra, com projecto da autoria do arquitecto José Therésio Michelotti, foi iniciada em 1813 e concluída em 1816, ano em que a água começou a correr nas suas bicas.
Em meados século XX, a escassez do caudal levou à interrupção do abastecimento de água e à desactivação do chafariz. Após a demolição foi reaproveitado o seu pano de fachada e tanque contracurvado, para o Largo do Correio Mor, actual Rua de São Mamede, onde ainda se encontra.
| Chafariz das Mouras no Largo do Correio Mor. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015). |
| Chafariz das Mouras no Largo do Correio Mor. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015). |
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| Chafariz das Mouras, no Lumiar. (1939); fotografia, 10 x 15 cm. Fotógrafo: Eduardo Portugal (1900-1958) - AML |
Arte Urbana
O mural na Travessa da Mata (rua perpendicular ao Largo do Correio Mor), foi criado por Nuno Saraiva. A sequência é inspirada nos cavalos animados do fotógrafo Etienne-Jules Marey (1830-1904). Uma recriação do reboliço que se vivia nos meados do século XIX, quando os cavaleiros da Mala-Posta Real partiam do Palácio do Correio Velho.
| Detalhe do Mural na Travessa da Mata. Foto "comjeitoearte" (mês de Março de 2016). |
Arquitectura Pombalina
| Palácio dos Condes de Penafiel / Palácio do Correio Mor, na Rua de São Mamede. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015). |
| Palácio Conde de Penafiel / Palácio do Correio-Mor. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015). |
Construído sobre o edifício do Correio-Mor, o Palácio Conde de Penafiel, situado na Rua de São Mamede, em frente ao Largo do Correio Mor, foi concluído em 1776, após a remodelação pombalina.
Em 1859, falece no palácio o 8º e último Correio Mor do Reino, Manuel José da Maternidade da Mata de Sousa Coutinho, 1º conde de Penafiel. O palácio passa para a posse da sua única filha. É adquirido pelo Estado, em 1919, após sucessivos arrendamentos.
No exterior do palácio existe um pequeno jardim e um pátio, onde é visível o conjunto de painéis de azulejos monocromáticos historiados.
Entre os portões, sobre o muro gradeado, dois anjos apoiados nos pilares, sustentam a pedra de armas dos condes de Penafiel, encimada por coroa.
No acesso ao palácio pela Calçada do Correio Velho, o edifício integra uma porta encimada por a inscrição "CORREYO GERAL DO REINO MDCCLXXVI" (1776).
| Porta do Correio Geral do Reino, no Palácio Conde de Penafiel / Palácio do Correio-Mor; acesso pela Calçada do Correio Velho. Foto "comjeitoearte" (mês de Agosto de 2015). |
terça-feira, 10 de maio de 2016
Montras de Primavera
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