sábado, 7 de agosto de 2021

Cubo - octaedro | M. C. Escher

1 - Modelo de M. C. Escher
 


Parabéns a você...


O "comjeitoearte" comemora hoje dez anos de publicações! Dez anos é muito tempo!

Aos amigos, visitantes e leitores deste blogue, agradeço a vossa atenção, o vosso tempo, a vossa companhia e os vossos comentários.   

Com a ajuda de todos, o blogue já  ultrapassou as 738 400 visitas.

O vosso interesse é também um incentivo. Obrigada!



2 - Cubo-octaedro, caixa em cartolina.



Em dia de festa, existem presentes. 


Para realizar uma original embalagem, sugiro um modelo de M. C. Escher. Cubo-octaedro em cartolina, com padrão de peixes, sobre desenho de quadrados e triângulos. 


Material:

- Papel de 200 grs;
- Cartolina na cor castanho, ou outra;
- Cola;
- Tesoura;
- Espátula de vincar;
- Lápis;
- Furador;
- Régua;
- Compaço;
- Ataches, 2.


Passo a Passo:

3 - Parte 1 do modelo do cubo-octaedro


4 - Parte 2 do modelo do cubo-octaedro


1 - Imprima as duas metades do modelo do cubo-octaedro (fotos 3 e 4). 

2 - Recorte com cuidado as duas metades contornando as abas.


3 - Junte as duas partes que formam o sólido geométrico, colando a aba A à aresta correspondente assinalada com a letra A (fotos 3, 4 e 5).


4 - Desenhe as linhas que formam o padrão plano do sólido geométrico. Obtém 6 quadrados e 8 triângulos ( Fig.5 ).

5 -  Triângulos e quadrados que formam o padrão plano do sólido geométrico cubo-octaedro.


5 - Vinque e dobre todas as arestas. Vinque e dobre todas as abas. Monte o modelo. Cole as abas no interior das arestas respectivas (foto 6). Cada triângulo deve ficar ligado a um quadrado. 
Não cole um dos quadrados, será a tampa da caixa (Foto 7).


6 - Colagem das abas.

7 - Tampa da caixa.

6 -  Com o furador (foto 8), faça dois orifícios. O primeiro, no quadrado que não foi colado. O segundo, no triângulo que lhe corresponde( foto 7).


8 - Material para fazer os furos e o fecho da caixa.


7 - Para realizar o fecho da caixa, comece por desenhar duas circunferências com 15mm de diâmetro. na cartolina. Com o furador, faça um orifício no centro de cada uma (foto 8). 


8 - Coloque os círculos de cartolina sobre os orifícios da caixa e da tampa. Segure com os ataches (foto 7). Na parte interior da tampa e da caixa, Prenda os ataches (foto 7).


9 - Fecho com circulos, ataches e fio


9 - Enrole o fio sob os círculos, entre a caixa e os ataches (foto 9).





Fontes:

Caleidociclos de M. C. Escher ISBN 3-89450-332-7

https://comjeitoearte.blogspot.com/2012/06/m-c-escher-era-um-fascinado-pela.html

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Azulejos em Lisboa - Calçada do Marquês de Abrantes

Azulejo de fachada em imóvel na Calçada do Marquês de Abrantes. (foto "comjeitoearte")
 

O imóvel situado na Calçada do Marquês de Abrantes, nº 58 - 66, esquina com a Travessa dos Barbadinhos, pertence à freguesia da Estrela. 

A fachada está revestida por azulejos, que criam um padrão de 2 x 2 azulejos estampilhados com cercadura. Os desenhos, em tons de azul e branco, representam motivos florais e vegetalistas.

O estampilhado destes azulejos poderá ter sido feito à mão, por serem exemplares bastante antigos. 

Um dos pilares do imóvel tem as iniciais "J.A.L.R. 1853", séc. XIX.


Imagem da Google Maps



Foto ("comjeitoearte")

Foto ("comjeitoearte")


À esquerda, vemos no pilar as iniciais "J.A.L.R. 1853"Imagem da Google Maps


quinta-feira, 8 de julho de 2021

Bolos de noiva, "vintage"

Fotos: Arquivo "comjeitoearte"

 

Bolos de noiva. Anos 60 e 70 do século XX.


Obras da arte de pastelaria, da sua época, os bolos de noiva portugueses, criações entre a arquitectura e a escultura, revelam um grande domínio de técnicas, detalhes e volumes. A cor branco é dominante na cobertura e decoração.

As seis fotografias que publico, mostram a tendência da moda, nos eventos dos anos 60 e 70.    











sábado, 26 de junho de 2021

Rua Engenheiro Vieira da Silva - Azulejos em Lisboa

Rua Engenheiro Vieira da Silva, nº 14 (Foto: "comjeitoearte")

O prédio situado na Rua Engenheiro Vieira da Silva, nº 14, é um imóvel com 3 andares e lojas. Pertence à freguesia de Arroios. O piso inferior apresenta padrão de 2x2 azulejos estampilhados com desenhos de influência hispano-árabe, caracterizado por cores fortes - castanho, preto, verde, amarelo, lilás e branco. Os azulejos são da Fábrica de Cerâmica das Devezas, situada no Concelho de  Vila Nova de Gaia, no Norte de Portugal. Foi fundada em 1860 e funcionou até 1980.


Foto: "comjeitoearte"



Foto: "comjeitoearte"

Rua Engenheiro Vieira da Silva. Fotógrafo: Augusto de Jesus Fernandes. Dimensão: 6X6. Suporte: Negativo de gelatina e prata com acetato de celulose. Data: Março de 1967. - Arquivo Municipal de Lisboa. (O prédio nº 14, é o terceiro, da direita para a esquerda.) 


No Arquivo Municipal de Lisboa, existe o processo nº 538/DAG/PG /1905, com data de 28 de Janeiro de 1905, cujo assunto "Obra de construção", integra a morada Rua Engenheiro Vieira da Silva 14 - 14 D, na freguesia de  Arroios. 



Fontes:
Lisboa - Revista Municipal nº 5-6, de 1983http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/LisboaRevM/N5_6/N5_6_item1/P1.html

https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A1brica_de_Cer%C3%A2mica_das_Devesas

http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/pt/


quarta-feira, 9 de junho de 2021

Azulejos em Lisboa - Rua Francisco Sanches

 

Rua Francisco Sanches nº 53 (fotos "comjeitoearte")


O imóvel situado na Rua Francisco Sanches, nº 53, pertence à freguesia de São Jorge de Arroios. Apresenta padrão de 2x2 azulejos, nas cores castanho escuro e branco, com detalhes em verde, azul e lilás. Remonta ao séc. XIX.








Fonte:
https://digitile.gulbenkian.pt/customizations/global/pages/index.html

sábado, 15 de maio de 2021

Arte Urbana - Praça do Chile

Foto "comjeitoearte". Abril 2021


Arte Urbana - Avenida Almirante Reis, nº 175. O imóvel situa-se ao lado do antigo Hospital de Arroios, na Praça do Chile, em Lisboa.

 
Imagem Google (antes da intervenção)


O Colégio Conventual da Companhia de Jesus, foi criado em 1705, tendo como mecenas a rainha D. Catarina de Bragança, viúva de Carlos II de Inglaterra. Apesar da extinção das Ordens Religiosas, em 1834, o imóvel permaneceu ocupado até 1890, ano em que morreu a última freira. Em 1892, passou a ser designado por Hospital de Arroios. Entre as décadas de 30 e 50, do séc. XX, o hospital teve o seu período áureo. Depois do encerramento definitivo em 1992, as suas instalações passaram a ser depósito e arquivo dos Hospitais Civis de Lisboa. A partir de 2000, teve outro destino, a área conventual foi adquirida por promotores imobiliários. A classificação como Monumento de Interesse Público diz respeito apenas à igreja, arquitectura religiosa setecentista, do antigo convento. 


 
Fonte:


https://informacoeseservicos.lisboa.pt/contactos/diretorio-da-cidade/antigo-convento-de-arroios-hospital-de-arroios