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segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Adoração dos Magos | Prata, ouro e diamantes

 

Medalhão com representação da Adoração dos Magos. Materiais: ouro, esmalte e pedras preciosas. Data: ca. de 1450-1500. Medidas: 5,5cm de diâmetro. Autor: Desconhecido. Local: Sul da Holanda. - Europeana - Museu Rijksmuseum


Na Adoração dos Magos, os Reis Magos oferecem os seus presentes ao Menino Jesus: ouro, incenso e mirra.

Este tema foi profusamente representado por pintores, escultores, ceramistas e ourives, entre outros.

As peças de ourivesaria que vos apresento foram criadas entre os séculos VI e XVIII.


Pendente com Adoração  dos Magos. Materiais: prata dourada. Data: ca. de 1500-1520. Medidas: 5,5cm x 4cm. Autor: Desconhecido. Local: Alemanha. - Victoria and Albert Museum

Caixa de relógio com  Adoração dos Magos. Materiais: ouro e esmalte. Data: ca. de 1660-1670. Medidas: 7,3cm x 7,3cm x 1,5cm. Autor: Desconhecido. Local: França. - Victoria and Albert Museum


Pendente com Adoração dos Magos. Materiais: ouro, diamantes, esmalte e vidro. Data: ca. 1740. Medidas: 5,3cm x 3,7cm x 0,8 cm. Autor: Desconhecido. Local: Espanha. - Victoria and Albert Museum

Pendente com Adoração dos Magos. Materiais: ouro e esmalte. Data: ca. 1675-1700. Medidas: 4,3cm x 3,1cm x 1,1 cm. Autor: Desconhecido. Local: Alemanha. - Victoria and Albert Museum

Pendente com Adoração dos Magos. Materiais: ouro, diamantes, pérolas, rubis e esmalte. Data: ca. 1600. Medidas: 10cm x 6,9cm x 1,30 cm. Local: Munique. Autor: Daniel Mignot - British Museum


Medalhão com representação da Adoração dos Magos. Materiais: ouro. Data: ca. séc. VI-VII. Medidas: 57,80 milímetros de diâmetro. Autor: Desconhecido. Local: Período Bizantino primitivo. - British Museum



Retábulo portátil com Adoração dos Magos (tríptico). Materiais: prata e pintura a óleo sobre cobre. Data: ca. 1540-1560. Medidas: 8,2cm x 16,20cm. Autor: Desconhecido. Local: Espanha. - Victoria and Albert Museum


Fontes:

https://www.europeana.eu/pt/item/739/europeana_fashion_BK_17188

https://collections.vam.ac.uk/item/O15252/pendant-unknown/

https://collections.vam.ac.uk/item/O112814/watch-case-unknown/

https://collections.vam.ac.uk/item/O122772/pendant-unknown/

https://collections.vam.ac.uk/item/O115235/locket-unknown/

https://www.britishmuseum.org/collection/object/H_WB-148

https://www.britishmuseum.org/collection/object/H_1983-0704-1

https://collections.vam.ac.uk/item/O91755/portable-triptych-unknown/


quinta-feira, 11 de junho de 2020

Responsório de Santo António

Santo António. Escultura em madeira, estofada, dourada e policromada. Séc. XVIII. Autor desconhecido. A peça foi mostrada em 3 exposições (1992;1993;1994). - Museu Nacional de Arte Antiga. MatrizNet

Quem milagres quer achar / Contra males e o demónio, / Busque logo a Santo António, / Que aí os há-de encontrar. 
Aplaca a fúria do mar, / Tira os presos da prisão, / Ao doente torna são, / E o perdido faz achar.  

Responsório de Santo António. Texto de Julieta Ferrão. Modas e Bordados nº 1741, de 20 de Junho de 1945, pág. 2.

E sem respeitar os anos, / Socorre a qualquer idade; / Abonem esta verdade / Os cidadãos paduanos.
Glória eterna dada seja / À Santíssima Trindade, / Por toda a eternidade; / Minha alma assim o deseja. 
- Orai por nós, bem aventurado António.
- Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

O perdido faz achar?... Vamos, leitora amiga, não sente necessidade de repetir o Responso a Santo António, tanto mais que estamos no mês em que a súplica deve ser mais eficaz? Vamos pedir, pedir muito para que, no meio desta barafunda, possamos encontrar o perdido: o bom senso... o sentido das proporções... o equilíbrio... a equidade... o tempo perdido, de forma a alcançarmos disciplina nos espíritos, nas almas, nas coisas e até no espaço?
Nunca a confusão foi tão confusa! Já reparou no ar apressado, inquietante, agitado do nosso semelhante? Devemos confessar que não é só o semelhante, somos nós próprios, que andamos a correr, a atropelar numa carreira vertiginosa, para chegarmos depressa. Aonde? Não sei. Só verifico que nos esfalfamos, e, ao terminar o dia, quando pretendemos dar balanço ao aproveitamento da energia despendida, chegamos à conclusão de que nada fizemos e de que não nos chegou o tempo para coisa alguma! E, contudo, não parámos!
Desconfio de que o dia já não tem as 24 horas, a hora os sessenta minutos e o minuto os sessenta segundos que, ao iniciar os estudos, me afirmaram ter. Terá o tempo sido vítima de racionamento?
(...)
Mas... já acabou o dia? a semana? o mês? o ano? Mas... ontem não foi dia 1? O quê hoje já são 30? Mas, Santo António, em que foi que perdi o tempo?
Eu sei já não nos ser possível organizar programas pelo menos com intenção de os cumprir integralmente. A vida, hoje, é cheia de surpresas, de imprevistos, e estes é que contam. Mas, para os receber com espontaneidade tem que haver tempo. Tempo? Não, decididamente, o tempo foi alterado. Houve racionamento e não demos por ele. Só lhe damos pela falta...
Santo António valei-nos! (...)
Maio, 1945
Julieta Ferrão 


No mês de Santo António, transcrevo parte do texto da autoria de Julieta Ferrão, publicado em 1945 (Modas e Bordados nº 1741, de 20 de Junho, 1945 - pág. 2). 
Decorridos 75 anos  sobre a publicação deste texto, o seu conteúdo mantém-se actual.


Igreja de Santo António. Inauguração do Museu Antoniano, em !3/06/1962. Negativo de gelatina e prata em acetato de celulose, formato 9x12. Na foto, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa (António Vitorino França Borges) e Julieta Ferrão. Fotógrafo, Armando Maia Serôdio (1907-1978). - Arquivo Municipal de Lisboa


Julieta Bárbara Ferrão, nasceu em Lisboa (1899 - 1974 ). Foi historiadora e critica de arte. Estudou na Escola de Belas Artes, em Lisboa. No ano de 1927, assumiu o cargo de directora-conservadora do Museu Rafael Bordalo Pinheiro. A sensibilidade e a dedicação de Julieta Ferrão, foram importantes na divulgação e desenvolvimento do Museu e obra de Bordalo Pinheiro. Durante a primeira metade do século XX, foi Conservadora-Chefe dos Museus Municipais de Lisboa.
Santo António, Cónego Regrante de Santo Agostinho Escultura em madeira policromada. Séc. XIX. Autor desconhecido. A peça de Santo António Cónego Regrante de Santo Agostinho foi mostrada em 2 exposições (1995;2014). Museu de Aveiro. MatrizNet
.

Dinamizou a organização de várias exposições sobre Lisboa, entre elas “Santo António de Lisboa”, em 1935,  “Aqueduto das Águas Livres”, em 1940, e “Lisboa Joanina”, em 1950. Colaborou com os jornais Diário de Notícias, O Século, Modas e Bordados, entre outros. Escreveu diversas obras sobre a vida e obra de Rafael Bordalo Pinheiro
Julieta Ferrão recebeu a medalha de prata, em 1954. Dez anos depois, no dia 24 de Outubro de 1964, recebeu a medalha de ouro por assiduidade e bons serviços prestados durante quarenta anos à Câmara Municipal de Lisboa. 
Quatro anos após a sua morte, em 1978, o seu nome ficou perpetuado numa rua, em Lisboa.

Fontes:
https://maislisboa.fcsh.unl.pt/julieta-barbara-ferrao-uma-marca-dos-museus-de-lisboa/
https://de.wikipedia.org/wiki/Julieta_Ferr%C3%A3o
http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/pt/

domingo, 12 de agosto de 2018

Ponte Dourada - Vietname

Fonte: http://talavn.com.vn/en/home
Fonte: http://talavn.com.vn/en/home

A Ponte Dourada, fica a 1.400 metros de altitude acima do nível do mar, e é sustentada pelas «mãos de um gigante». Está situada acima das montanhas de Da Nang, no centro do Vietname. 

O comprimento de 150 metros é abraçado pelas mãos que parecem vindas da floresta. 

Ao longo do percurso uma linha de flores Lobelia Chrysanthemum embeleza e dá colorido à larga fita dourada. 

A ponte inaugurada em Junho, custou dois mil milhões de euros.


Fonte: https://www.archdaily.com/
Fonte: https://www.archdaily.com/
Fonte: https://www.archdaily.com/

sábado, 24 de dezembro de 2016

Presépio em madeira pintada

Natividade; madeira pintada e algodão; autor: Susan Wynter (1923-2013); Inglaterra - Victoria and Albert Museum

Cena da Natividade; madeira pintada e algodão; autor: Susan Wynter (1923-2013); Inglaterra - Victoria and Albert Museum


Desejo um Feliz e Santo Natal, a todos os seguidores, visitantes e leitores do "comjeitoearte".






Fonte:
http://collections.vam.ac.uk/name/susan-wynter/AUTH326221/



sexta-feira, 24 de junho de 2016

Santo António de todo o mundo

Imagens de Santo António; Museu de Santo António, em Lisboa. Foto "comjeitoearte", em Junho de 2016

O Museu de Santo António, integra um dos cinco núcleos do Museu de Lisboa, é dedicado à vida e culto do Santo. A devoção que o povo lhe dedica fazem dele um dos santos mais venerados em todo o mundo.  É expressa nos registos, medalhas, orações e imagens. Alguns exemplares fazem parte das colecções do Museu.
Venerado desde o séc. XIII, é considerado padroeiro de Portugal, a par da N. Sra. da Conceição, dos barqueiros, náufragos, marinheiros, propiciador de bons casamentos, invocado para encontrar objectos perdidos, protector dos lares e da família. 

No decorrer da visita ao Museu, somos impressionados pela qualidade e organização dos diversos espaços sobre os temas: Vida e culto de Santo António; Colecções antonianas; O Santo de todo o mundo; "Sant'Antoninho onde te porei..."; Zona multimédia. 

As festas em Lisboa, dedicadas a Santo António, a 13 de Junho, data da sua morte, incluem os Casamentos de Santo António, Marchas Populares, arraias, tronos e procissão.



Santo António; óleo sobre tela; séc. XVIII; dimensões; 630X495 mm; autor: Joaquim Manuel da Rocha - Museu de Santo António


Andor de Santo António; grupo cerâmico em barro vermelho; 1985; dimensões: 350X250 mm; autor: Armando Dias - Museu de Santo António

Imagem de Santo António com o Menino; madeira policromada, marfim, prata e seda; autor desconhecido; séc. XVIII - Museu de Santo António. Foto "comjeitoearte", em Junho de 2016
Imagem de Santo António; madeira estofada e prata; séc. XVIII; dimensões: 365 X125 mm - Museu de Santo António
Imagem de Santo António do Pão;  barro vermelho policromado; séc. XIX ; dimensões: 200 X120 mm - Museu de Santo António.
Imagem de Santo António; arte Indo-portuguesa; madeira e marfim policromado; séc. XVII (2ª metade); dimensões: 368 X140X82 mm - Museu de Santo António.

Fontes: 
http://www.museudelisboa.pt/colecoes/

terça-feira, 10 de maio de 2016

Montras de Primavera


Montras da loja Hermès, no Largo do Chiado / Rua António Maria Cardoso, em Lisboa. Foto comjeitoearte, 2016







sábado, 9 de abril de 2016

Moedas de "colecção comemorativas" - 2016

Eusébio (ouro proof.), com lançamento previsto em Maio de 2016 - INCM (Imprensa Nacional Casa da Moeda)


As nove novas moedas apresentadas pela Imprensa Nacional Casa da Moeda (INCM) no dia 31 de Março de 2016,  são moedas comemorativas. 

Duas delas são correntes comemorativas (podem circular). 

As restantes sete moedas destinam-se a coleccionadores, são de colecção comemorativas. É o caso da moeda que homenageia Eusébio, da autoria do escultor André Carrilho (série Heróis do Desporto), e das dedicadas ao Modernismo, da autoria de Rui Vasquez (série Europa), à Inauguração do Museu do Dinheiro, da autoria do escultor Charters de Almeida (série Moeda - Eventos Culturais), ao Cante Alentejano, da autoria do escultor João Duarte (série Património Imaterial da Humanidade), a D. Catarina de Bragança, da autoria do escultor José Viriato (série Rainhas de Portugal), ao Figurado de Barcelos, da autoria de Baiba Sime (série Etnografia Portuguesa) e ao Lince Ibérico, da autoria do escultor Luis Valadares (série Espécies em Extinção).
O Modernismo (ouro proof.), com lançamento previsto em Março de 2016 INCM (Imprensa Nacional Casa da Moeda)
Inauguração do Museu do Dinheiro (proof.), com lançamento previsto em Abril de 2016 INCM (Imprensa Nacional Casa da Moeda)











Cante Alentejano (prata proof.), com lançamento previsto em Junho de 2016 INCM (Imprensa Nacional Casa da Moeda)
D. Catarina de Bragança (ouro proof.), com lançamento previsto em Setembro de 2016 INCM (Imprensa Nacional Casa da Moeda)




Lince Ibérico (ouro proof.), com lançamento previsto em Outubro de 2016 INCM (Imprensa Nacional Casa da Moeda)
Figurado de Barcelos (ouro proof.), com lançamento previsto em Novembro de 2016 INCM (Imprensa Nacional Casa da Moeda)



segunda-feira, 4 de abril de 2016

Moedas "correntes comemorativas", 2016

Moeda comemorativa da participação portuguesa nos próximos Jogos Olímpicos Rio de Janeiro 2016 (lançamento em Março de 2016), da artista plástica Joana Vasconcelos - INCM (Imprensa Nacional Casa da Moeda)

Moeda comemorativa do 50º aniversário da Ponte 25 de Abril (lançamento em Julho de 2016), do escultor José Aurélio - INCM (Imprensa Nacional Casa da Moeda)



A INCM (Imprensa Nacional Casa da Moeda) apresentou no dia 31 de Março, as nove novas moedas comemorativas de 2016. Sete delas são as moedas de colecção comemorativas, ou seja, destinam-se a coleccionadores. As restantes duas moedas (valor facial de dois euros) são correntes comemorativas (podem circular). É o caso da série dedicada a eventos desportivos, como a participação portuguesa nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro (2016), da autoria de Joana Vasconcelos (emissão prevista de 650.000) e a série alusiva a datas históricas, como  o 50º aniversário da Ponte 25 de Abril, da autoria de José Aurélio (emissão prevista de 500.000).



segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Igreja de Nossa Senhora de Aires - Viana do Alentejo

Santuário de Nossa Senhora de Aires / Igreja de Nossa Senhora de Aires (2015) - fotos de Fernanda Pina (amiga do "comjeitoearte")

O Santuário de Nossa Senhora de Aires fica situado no lugar de Aires, freguesia e concelho de Viana do Alentejo, no distrito de Évora, em Portugal. A sua história remonta ao ano de 1751, com origem num alvará de D. José I. 

Está classificado como Monumento Nacional, conforme o Decreto n.º 31-J/2012, DR, 1.ª série, n.º 252 (suplemento), de 31-12-2012.

"O Santuário de Nossa Senhora de Aires, nos arredores de Viana do Alentejo, deve ser considerado um dos mais interessantes e destacados conjuntos do barroco alentejano. É destino de peregrinações oriundas de toda esta região do país, destacando-se a famosa Romaria de Nossa Senhora de Aires, com origem num alvará de D. José I, que, em 1751, autorizou a realização de uma feira franca no local.O actual santuário, com obras documentadas entre 1743 e 1760, substitui um edifício primitivo, de fundação quinhentista. O projecto manifesta influências mafrenses, visíveis na estrutura de muros ondulantes e na fachada com zimbório octogonal, de grande efeito cenográfico, e torres rematadas por cúpulas bolbosas. Da festiva decoração do interior, constituída por um conjunto de pintura mural, estuques coloridos, azulejaria, mármores e talha, destaca-se o enorme baldaquino em talha dourada albergando uma maquineta envidraçada com a imagem quatrocentista da Virgem da Piedade, proveniente da primitiva construção. O complexo inclui toda a cerca do Santuário, abrangendo o grandioso templo e dependências anexas, a antiga hospedaria, hoje arruinada, e a fonte e tanque de Nossa Senhora de Aires, no Terreiro dos Peregrinos, esta ainda datada de 1640. Na Casa dos Milagres, antiga sala das confrarias, bem como nas dependências anexas, guarda-se um grande número de ex -votos do século XVIII até à actualidade. 
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 Artigo único
Classificação
São classificados como monumentos nacionais:
a) O Santuário de Nossa Senhora de Aires, no lugar de Aires, freguesia e concelho de Viana do Alentejo, distrito de Évora, conforme planta constante do anexo ao presente decreto, do qual faz parte integrante;
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Baldaquino em talha dourada, que alberga uma maquineta envidraçada acolhendo a imagem de Nossa Senhora de Aires (Virgem da Piedade).
Maquineta envidraçada acolhendo a imagem de Nossa Senhora de Aires (Virgem da Piedade), em pedra de ançã, policromada, do século XV, proveniente da antiga construção.
Interior da Igreja 

Este santuário, edificado para substituir um edifício primitivoé da autoria do Padre arquitecto João Baptista, com obras verificadas entre 1743/1760.

O culto a Nossa Senhora de Aires teve inicio por volta de 1748, quando alastrou em Évora uma epidemia. Os comerciantes da cidade fizeram o voto de dedicar a Nossa Senhora de Aires uma festa, se a epidemia fosse dominada. Atendido o pedido, a festa decorreu durante três dias e, posteriormente, o santuário começou a ser edificado.

No interior da igreja existe uma variada colecção de ex-votos populares, em diversos materiais, que se situam entre o século XVIII e o XXI, a testemunhar as promessas realizadas ao longo dos séculos.




Colecção de ex-votos populares a testemunhar as promessas realizadas ao longo dos séculos.

Pinturas murais na Casa dos Milagres, ex-votos populares, a testemunhar as promessas realizadas ao longo dos séculos.

Fontes:

http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/11942233/

https://dre.pt/application/dir/pdf1sdip/2012/12/25204/0030200303.pdf

http://www.lazer.publico.pt/festasefeiras/212177_romaria-a-senhora-d-aires-viana-do-alentejo

https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_de_Aires