Vista da Cidade de Lisboa tomada da Junqueira
Dedicada a Sua Alteza Real O Príncipe Regente* de Portugal etc. etc. etc. Pelo Seu Muito Humilde e Reverente Criado Henrique L’Evêque
Dedicada a Sua Alteza Real O Príncipe Regente* de Portugal etc. etc. etc. Pelo Seu Muito Humilde e Reverente Criado Henrique L’Evêque
Vue de la ville de Lisbonne prise de la Junqueira
London published October 1816 by H. L'Evêque. Câmara Municipal de Lisboa - Arquivo do "comjeitoearte".

Verso da gravura
Descrição da gravura
A estampa representa a Rua Direita da Junqueira vendo-se: em primeiro plano, grupos de populares, entre os quais um “grupo de galegos dançando e tocando” e um barco em processo de descarga; em segundo plano, o palácio dos inícios do séc. XVIII, conhecido por palácio dos Patriarcas, residência dos Cardeais patriarcas de Lisboa, depois do terramoto, mais tarde comprado por Henri Burnay, posteriormente 1º conde do mesmo nome que nele fez obras profundas, transformando-o numa luxuosa residência dos finais do séc. XIX. Hoje é sede do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. No mesmo alinhamento, mas mais recuado o palácio dos condes do séc. XVIII, onde nasceu viveu e morreu D. João Gonçalves Zarco da Câmara, filho do 1º Marquês da Ribeira Grande, grande dramaturgo português. Foi depois comprado pelo Estado que nele instalou ultimamente o liceu da Rainha D. Amélia. No meio da praia, o Forte de S. João da Junqueira, que no tempo do rei D. José foi convertido em prisão de Estado.
Vue de la ville de Lisbonne prise de la Junqueira
London published October 1816 by H. L'Evêque. Câmara Municipal de Lisboa - Arquivo do "comjeitoearte".
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Verso da gravura |
Descrição da gravura
A estampa representa a Rua Direita da Junqueira vendo-se: em primeiro plano, grupos de populares, entre os quais um “grupo de galegos dançando e tocando” e um barco em processo de descarga; em segundo plano, o palácio dos inícios do séc. XVIII, conhecido por palácio dos Patriarcas, residência dos Cardeais patriarcas de Lisboa, depois do terramoto, mais tarde comprado por Henri Burnay, posteriormente 1º conde do mesmo nome que nele fez obras profundas, transformando-o numa luxuosa residência dos finais do séc. XIX. Hoje é sede do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. No mesmo alinhamento, mas mais recuado o palácio dos condes do séc. XVIII, onde nasceu viveu e morreu D. João Gonçalves Zarco da Câmara, filho do 1º Marquês da Ribeira Grande, grande dramaturgo português. Foi depois comprado pelo Estado que nele instalou ultimamente o liceu da Rainha D. Amélia. No meio da praia, o Forte de S. João da Junqueira, que no tempo do rei D. José foi convertido em prisão de Estado.
Vista do Convento de Stº Jerónimo de Belém e da Barra de Lisboa
Dedicada a Sua Alteza Real O Príncipe Regente* de Portugal etc. etc.etc. Pelo Seu Muito Humilde e Reverente Criado Henrique L’Evêque
Dedicada a Sua Alteza Real O Príncipe Regente* de Portugal etc. etc.etc. Pelo Seu Muito Humilde e Reverente Criado Henrique L’Evêque
Vue de Convent de St. Jerome de Belém, et de l’entrée de la Barre de Lisbonne.
London published October 1816 by H. L'Evêque. Câmara Municipal de Lisboa - Arquivo do "comjeitoearte".

Verso da gravura
Descrição da gravura
No primeiro plano, grupos de populares, no seu dia a dia quotidiano, na praia de Belém ou "Restelo", vendo-se à esquerda, um barco na descarga de lenha; ao centro uma "barraca de comidas e vinho" com vários comensais sentados à mesa, sob os olhares de um mendigo e dum Andador de Almas. À direita, o grandioso convento "manuelino" dos Jerónimos e Igreja de Santa Maria de Belém (inícios do século XVI), ainda com o coroamento, em pirâmide, seiscentista da torre. Em plano mais recuado, várias construções hoje desaparecidas, destacando-se, junto da praia, o palácio que foi dos Marqueses de Marialva e já esbatida no horizonte, a torre de Belém.
Biografia
Henri L'Evêque (1769/1832) foi um pintor e gravador de origem suíça, nascido em Génova, casando em Inglaterra, onde fixou residência. Fez várias viagens a Portugal, tendo aqui estado nos finais do século XVIII e, mais tarde, incorporado no exército anglo-português durante a Guerra Peninsular. Escreveu sobre o nosso país a obra "Costume of Portugal", espécie de álbum ilustrado com 50 águas-tintas sobre tipos portugueses. É também autor de óleos e guaches fixando costumes e aspectos populares, feiras, etc.
* Sua Alteza Real o Príncipe Regente de Portugal é seguramente João VI ((Lisboa, 13 de Maio de 1767 — Lisboa, 10 de Março de 1826).
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_VI_de_Portugal
Vue de Convent de St. Jerome de Belém, et de l’entrée de la Barre de Lisbonne.
London published October 1816 by H. L'Evêque. Câmara Municipal de Lisboa - Arquivo do "comjeitoearte".
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Verso da gravura |
Descrição da gravura
No primeiro plano, grupos de populares, no seu dia a dia quotidiano, na praia de Belém ou "Restelo", vendo-se à esquerda, um barco na descarga de lenha; ao centro uma "barraca de comidas e vinho" com vários comensais sentados à mesa, sob os olhares de um mendigo e dum Andador de Almas. À direita, o grandioso convento "manuelino" dos Jerónimos e Igreja de Santa Maria de Belém (inícios do século XVI), ainda com o coroamento, em pirâmide, seiscentista da torre. Em plano mais recuado, várias construções hoje desaparecidas, destacando-se, junto da praia, o palácio que foi dos Marqueses de Marialva e já esbatida no horizonte, a torre de Belém.
Henri L'Evêque (1769/1832) foi um pintor e gravador de origem suíça, nascido em Génova, casando em Inglaterra, onde fixou residência. Fez várias viagens a Portugal, tendo aqui estado nos finais do século XVIII e, mais tarde, incorporado no exército anglo-português durante a Guerra Peninsular. Escreveu sobre o nosso país a obra "Costume of Portugal", espécie de álbum ilustrado com 50 águas-tintas sobre tipos portugueses. É também autor de óleos e guaches fixando costumes e aspectos populares, feiras, etc.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_VI_de_Portugal
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